Geral

Para 50%, a economia do Brasil está ruim ou péssima, aponta pesquisa BTG/Nexus

Avaliação da situação econômica é preocupante entre os eleitores.

Estadao Conteudo 24/08/2026
Para 50%, a economia do Brasil está ruim ou péssima, aponta pesquisa BTG/Nexus

Pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 24, revela que 50% dos eleitores consideram que a economia do País está ruim ou péssima. Em contrapartida, apenas 17% avaliam a situação econômica como ótima ou boa. Para 32% dos entrevistados, a situação está regular.

Na pesquisa anterior, divulgada em 17 de agosto, 53% dos participantes apontavam a economia como ruim ou péssima. O percentual de eleitores que viam a economia como ótima ou boa se manteve em 17%, assim como os que consideravam a situação regular, que eram 28% na pesquisa passada.

Quanto às expectativas para os próximos seis meses, 38% dos entrevistados acreditam que a economia do País deve melhorar "um pouco" ou "muito". No levantamento anterior, esse número era de 36%. Por outro lado, 29% avaliam que a economia deve piorar, um aumento em relação aos 28% da pesquisa anterior. Já 23% acreditam que a economia se manterá igual, enquanto 10% não souberam ou não responderam.

A pesquisa também avaliou a situação financeira pessoal dos entrevistados para os próximos seis meses. Desses, 43% afirmam que deve "melhorar muito ou um pouco" e 13% acreditam que deve "piorar um pouco ou muito". Outros 35% veem a situação financeira pessoal como estável.

Quando comparados ao governo anterior, 38% dos entrevistados acreditam que a economia está melhor sob a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em relação à administração de Jair Bolsonaro (PL). Em contraste, 43% consideram que a economia está pior, e 15% afirmam que está igual.

Saúde

O levantamento também indica que a saúde pública é vista como a maior preocupação do País, com 32% dos eleitores destacando essa questão, ultrapassando a segurança pública (31%). Na sequência estão: educação (21%), corrupção (18%) e classe política (14%). A inflação, o custo de vida e os preços altos foram mencionados por 11% dos entrevistados.

A Nexus ouviu 2.003 pessoas, com 16 anos ou mais, por telefone, entre os dias 21 e 23 de agosto. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-09028/2026.