Geral
PGR não vê indícios de negócios de Lulinha com o governo; Milei critica lei do aborto
Relatório da PGR destaca ausência de provas e críticas de Milei à legislação sobre o aborto na Argentina.
A PGR também afastou uma ligação direta entre o caso e as investigações sobre os descontos indevidos em benefícios do INSS, e defendeu que o inquérito seja enviado à primeira instância.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que a Polícia Federal não encontrou qualquer pista de que Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, tenha efetivamente fechado negócios com o poder público.
A PGR também afastou uma ligação direta entre o caso e as investigações sobre os descontos indevidos em benefícios do INSS, e defendeu que o inquérito seja enviado à primeira instância. Já no cenário internacional, o presidente da Argentina, Javier Milei, associou a queda da natalidade no país à lei que legalizou o aborto até a 14ª semana de gestação.
Milei afirmou que existe uma "paixão por assassinar crianças", mas não apresentou dados que comprovem uma correlação entre a legislação e o fenômeno demográfico. Segundo informações do Ministério da Saúde argentino, a taxa de natalidade já vinha caindo desde 2014, antes da aprovação da lei.
Apuração, informação e análise de qualidade, de segunda a sexta-feira, hoje na apresentação de Bárbara Pereira, com participação do comentarista político Raphael Machado e de convidados.
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