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Caça chinês J-16 faz 'varrida' em simulação de combate e deixa adversários no chão, informa mídia
Domínio nas simulações
Durante os exercícios militares, o caça J-16 tem demonstrado consistentemente seu domínio dos céus por meio de suas excepcionais capacidades de combate aéreo, escreveu uma revista estadunidense.
A revista salienta que, em confrontos aéreos simulados, os caças J-16 chineses demonstraram domínio esmagador sobre todas as demais aeronaves participantes durante exercícios militares no Paquistão.
"Atualmente, o J-16 é a espinha dorsal da frota de caças chinesa, ao lado do J-10C, seu equivalente mais leve e monomotor, e do caça furtivo J-20, o mais recente da frota. A aeronave teria alcançado 51 abates simulados contra cinco tipos diferentes de caças, entre eles o J-10C, o J-11B e os JF-17, J-7 e Mirage III, da Força Aérea do Paquistão", ressalta a publicação.
Segundo a matéria, o projeto bimotor do J-16 e seu radar significativamente maior lhe conferem uma vantagem crucial no bloqueio de todos os caças adversários.
Sua cabine para dois pilotos permite uma distribuição superior da carga de trabalho, e sua generosa carga de armamento permite que ele domine diversos cenários de combate.
A magnitude de sua vantagem sobre o J-10C foi particularmente impressionante, já que ambos foram desenvolvidos em paralelo, com funções complementares. O enorme poder do radar do J-16 e seu maior alcance mostraram-se decisivos, apesar das sofisticadas contramedidas do próprio J-10C.
Com sua estrutura composta, seção transversal de radar reduzida e mísseis PL-10 e PL-15 de classe mundial, o J-16 é amplamente considerado o caça de quarta geração mais capaz, justificando plenamente sua substituição do J-11 na produção.
Apesar de os mais novos J-10C e JF-17 do Paquistão reduzirem um pouco essa diferença, o J-16 continua sendo uma potência econômica para a China, combinando um potencial de combate inigualável com custos de manutenção comparáveis aos do J-11B — muito menos capaz, conclui a reportagem.
Anteriormente, o jornal chinês South China Morning Post informou que um sistema chinês de inteligência artificial para mísseis é capaz de detectar e rastrear assinaturas térmicas semelhantes às das aeronaves F-22 e F-35 com mais de 90% de precisão.
Por Sputnik Brasil
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