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Coração na chuteira: por que a Copa mexe tanto com os brasileiros?
Símbolo de identidade nacional, o Mundial mobiliza memórias, afetos e rituais coletivos no país do futebol
Desde o primeiro título mundial, em 1958, a Copa do Mundo deixou de ser apenas um torneio de futebol para se transformar em um dos maiores símbolos de identidade e pertencimento do povo brasileiro.
Em ano de Copa, o país muda de ritmo. Ruas e avenidas ganham as cores da bandeira, famílias e amigos se reúnem diante da televisão em casas, bares e restaurantes, e até as rotinas de trabalho costumam se adaptar aos horários dos jogos.
Mais do que a paixão pelo futebol, a Copa desperta memórias afetivas e se consolida como uma espécie de ritual coletivo. Mas o que o Mundial provoca, de fato, na população brasileira?
Para conversar sobre o tema, Rafael Costa e Kaique Santos recebem Chico Brinati, professor de Jornalismo da Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ) e pesquisador, além de Gonçalves, ex-jogador do Botafogo e da Seleção Brasileira.
O conteúdo está disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.
Por Sputnik Brasil
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