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Trump sanciona lei que libera US$ 70 bilhões para imigração e deportações nos EUA
Pacote reforça o ICE e a Patrulha de Fronteira pelos próximos três anos e amplia recursos para a agenda migratória do governo
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sancionou nesta quarta-feira (10) uma lei que dá à sua agenda de imigração e deportação um reforço de quase US$ 70 bilhões para o restante de seu período na Casa Branca.
O texto destina US$ 38 bilhões ao Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas dos EUA (ICE) e US$ 26 bilhões à Patrulha de Fronteira. Outros US$ 5 bilhões serão reservados para cobrir custos imprevistos, segundo a Casa Branca.
Trump assinou a legislação no Salão Oval, um dia depois de os republicanos da Câmara aprovarem a medida por 214 votos a 212, apesar das objeções dos democratas. A sanção encerra uma disputa de quase seis meses sobre o financiamento do Departamento de Segurança Interna.
O impasse teve início após as mortes a tiros de dois cidadãos americanos, Alex Pretti e Renee Good, em janeiro, durante operações federais de fiscalização migratória em Minneapolis.
Depois dos episódios, os democratas passaram a exigir mudanças na política de fiscalização da imigração. Diante da falta de acordo, os republicanos decidiram avançar sozinhos com a proposta de financiamento.
As agências serão financiadas pelos próximos três anos. A nova lei antecipa recursos anuais de rotina e garante um fluxo praticamente ininterrupto de dinheiro enquanto o governo Trump busca deportar cerca de 1 milhão de pessoas por ano.
Ficaram fora da versão final mais de US$ 1 bilhão inicialmente previstos para a segurança da Casa Branca, incluindo recursos para o novo salão de festas de Trump, além de um fundo de US$ 1,8 bilhão para compensar aliados que afirmam ser vítimas de perseguição política. As duas propostas se tornaram politicamente sensíveis e foram descartadas.
Conforme aprovado, o projeto ficou concentrado exclusivamente na fiscalização da imigração, tema que os republicanos tratam como uma das principais diferenças entre os dois grandes partidos e que esperam usar como bandeira nas eleições de meio de mandato de novembro.
Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
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