Geral
Petro lamenta atuação de colombianos como mercenários na Ucrânia
Presidente colombiano critica envio de compatriotas para conflito estrangeiro e reforça proibição legal ao mercenarismo
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, lamentou publicamente a participação de cerca de 7 mil colombianos como mercenários na guerra da Ucrânia, afirmando que estão "morrendo sem motivo" em um conflito estrangeiro.
"Há 7 mil colombianos, com formação militar, lutando em uma guerra estrangeira e morrendo sem motivo na Ucrânia. Não queremos exportar a morte", declarou Petro em publicação na rede social X.
O presidente destacou ainda que o envolvimento em atividades de mercenários é proibido por lei na Colômbia.
A declaração de Petro foi uma resposta aos comentários do embaixador russo em Bogotá, Nikolai Tavdumadze, que, em entrevista à agência Sputnik, afirmou que o número de colombianos que viajam para a Ucrânia como mercenários segue elevado. O diplomata também já havia alertado anteriormente sobre o retorno de colombianos com graves sequelas do conflito.
Em março deste ano, diante da expressiva participação dos colombianos nas operações de combate ao lado das Forças Armadas da Ucrânia, a Colômbia ratificou um projeto de lei que adere à Convenção Internacional contra o Recrutamento, Uso, Financiamento e Treinamento de Mercenários, de 1989.
Com informações da Sputnik Brasil
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