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Novela de frutas: entretenimento inofensivo ou ferramenta de ódio?
Vídeos criados por IA, que simulam o cotidiano com frutas e legumes, levantam debate sobre limites entre diversão e discurso de ódio nas redes.
Uma nova febre tomou conta das redes sociais brasileiras: as novelas de frutas. Criados por inteligência artificial, esses vídeos curtos dão vida a legumes e verduras em roteiros que simulam o cotidiano humano.
No entanto, por trás da estética lúdica e das histórias rápidas, há um alarmante: o uso dessas ferramentas para propagar desinformação e discurso de ódio de forma subliminar — tendência que não está isolada. Vídeos infantis protagonizados por animais hiper-realistas também foram usados para introduzir narrativas violentas e perturbadoras, acendendo o alerta de pais, educadores e especialistas em segurança digital.
Um usuário que produz uma história do tipo pode responder legalmente pelo conteúdo ou se ele se enquadrar como expressão artística? Para debater o assunto, Rafael Costa e Kaique Santos contam com Ciane Lopes, estrategista em marketing digital e professora da Pós-Graduação em Comunicação e Marketing em Mídias Digitais da Estácio de Juiz de Fora (MG); e José Luiz Nunes, professor de direito da Fundação Getulio Vargas (FGV) do Rio de Janeiro (RJ).
O debate já está disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80,5 FM.
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