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Endividamento das famílias brasileiras se mantém estável em janeiro, aponta Banco Central
Índice permanece em 49,7% pelo segundo mês consecutivo; comprometimento da renda também registra leve alta
O endividamento das famílias brasileiras junto ao sistema financeiro permaneceu estável em 49,7% no mês de janeiro, repetindo o percentual observado em dezembro de 2025, conforme dados divulgados pelo Banco Central (BC) nesta segunda-feira, dia 30. O maior patamar da série histórica foi registrado em julho de 2022, quando atingiu 49,9%.
Ao desconsiderar as dívidas imobiliárias, o endividamento passou de 31,2% em dezembro para 31,3% em janeiro.
O comprometimento da renda das famílias com o Sistema Financeiro Nacional (SFN) também apresentou leve aumento, subindo de 29,2% para 29,3%. Sem os financiamentos imobiliários, o índice foi de 26,9% para 27,1%.
Crédito para habitação e veículos
O estoque das operações de crédito direcionado para habitação no segmento pessoa física cresceu 0,8% em fevereiro, na comparação com janeiro, segundo o BC. O saldo atingiu R$ 1,326 trilhão, uma alta de 11,6% em 12 meses.
Já o estoque de operações de crédito livre para compra de veículos por pessoa física avançou 1,3% em fevereiro, totalizando R$ 408,482 bilhões. No acumulado de 12 meses, o crescimento foi de 16,2%.
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