Geral
Prefeitura de Congonhas suspende alvarás de funcionamento das unidades Fábrica e Viga da Vale
Decisão inclui exigência de ações emergenciais de controle ambiental após extravasamento de sedimentos
A Vale informou na noite desta segunda-feira (26) que recebeu um ofício da Prefeitura de Congonhas, em Minas Gerais, determinando a suspensão dos alvarás de funcionamento das unidades Fábrica e Viga. A decisão do município também exige que a mineradora adote medidas emergenciais de controle, monitoramento e mitigação ambiental.
Segundo a empresa, as operações nas duas unidades já foram interrompidas. A Vale declarou que irá se manifestar dentro dos prazos legais sobre as exigências feitas pelo município, colaborando integralmente com as autoridades e fornecendo todos os esclarecimentos necessários.
Em nota oficial, a Vale reafirmou seu compromisso com a segurança das pessoas e de suas operações. A companhia destacou ainda que as barragens na região permanecem com condições de estabilidade e segurança inalteradas, sendo monitoradas 24 horas por dia, sete dias por semana.
A mineradora também assegurou que suas projeções financeiras (guidances) seguem inalteradas, conforme divulgado no Formulário de Referência, mesmo com a suspensão das atividades nas unidades afetadas.
Extravasamento
No domingo (25), a Vale comunicou que houve extravasamento de água com sedimentos de uma cava da mina de Fábrica. A CSN, por sua vez, informou em nota que o incidente provocou alagamento de áreas na unidade Pires, em Ouro Preto, pertencente à CSN Mineração.
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