Geral
Trump acusa cidades e estados democratas de não cooperarem com o ICE
Ex-presidente diz que administrações democratas dificultam ações contra imigrantes ilegais e pede fim das 'cidades santuário'
O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo (25) que cidades e estados governados por democratas se recusam a cooperar com o Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE). A declaração foi publicada na rede Truth Social, após a morte de Alex Pretti, de 51 anos, baleado por agentes federais em Minneapolis no sábado (24).
Segundo Trump, os democratas "estão, na verdade, encorajando agitadores da esquerda a obstruírem ilegalmente as operações do ICE para prender as piores pessoas" e "colocando imigrantes ilegais criminosos acima dos cidadãos que pagam impostos e obedecem à lei".
O republicano destacou que "tragicamente, dois cidadãos americanos perderam suas vidas como resultado desse caos causado pelos democratas". Ele se referiu a Renee Good, de 37 anos, que morreu em 7 de janeiro quando um agente do ICE disparou contra seu veículo.
Trump também citou que "em cinco estados governados por republicanos — Texas, Geórgia, Flórida, Tennessee e Louisiana — o ICE prendeu 150.245 imigrantes ilegais criminosos no último ano, sem registros de protestos, tumultos ou caos. Por quê? Porque a polícia local e o ICE estão cooperando e trabalhando juntos", afirmou.
O ex-presidente ainda criticou a gestão atual: "Durante os quatro anos de liderança fracassada de Joe Biden e dos democratas, dezenas de milhões de imigrantes ilegais criminosos invadiram nosso país, incluindo centenas de milhares de assassinos, estupradores, sequestradores, traficantes de drogas e terroristas condenados".
Na avaliação de Trump, o Partido Republicano conquistou maiorias na Câmara e no Senado dos EUA principalmente por prometer fechar a fronteira e "lançar a maior deportação em massa de imigrantes ilegais criminosos da história americana".
Lei para acabar com 'cidades santuário'
Trump também usou a Truth Social para pedir que o Congresso dos EUA aprove imediatamente uma lei para acabar com as chamadas "cidades santuário", que garantem, por meio da legislação local, mais direitos a imigrantes indocumentados e documentados.
Segundo o ex-presidente, as "cidades santuário" são a raiz dos problemas. "As cidades americanas devem ser santuários seguros apenas para cidadãos americanos que obedecem à lei, não para criminosos imigrantes ilegais que violaram as leis da nossa nação", afirmou.
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