Geral
Seminário em Maceió destaca a importância da detecção precoce da hanseníase
Evento da Secretaria de Saúde integra campanha de conscientização e debate estratégias de vigilância, diagnóstico e combate ao estigma
A Secretaria Municipal de Saúde de Maceió (SMS) promoveu, na última quinta-feira (22), no auditório do Centro Universitário Mario Pontes Jucá (UMJ), no bairro Barro Duro, o seminário “Hanseníase: Detecção Precoce é Preservar Função, Autonomia e Dignidade”. A ação integra a programação do Janeiro Roxo, campanha dedicada à conscientização, prevenção e enfrentamento da hanseníase, reunindo profissionais de saúde, gestores, representantes de movimentos sociais e estudantes para fortalecer o diálogo e a formação sobre o tema.
Na abertura do evento, a SMS reafirmou seu compromisso com o enfrentamento da hanseníase, destacando estratégias para diagnóstico precoce, tratamento oportuno e combate ao estigma. A mesa de honra contou com Rosicleide Barbosa, coordenadora técnica de Vigilância das Doenças e Agravos Transmissíveis e Não Transmissíveis; Quitéria Vânia Bernardino Barbosa, coordenadora do Programa Municipal de Controle da Hanseníase; Albertina dos Santos, coordenadora do Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase (MORHAN); e Apolônio Carvalho, médico dermatologista e hansenólogo.
Quitéria Vânia Bernardino Barbosa ressaltou a importância do seminário para o fortalecimento da rede de atenção à saúde em Maceió. “O seminário é fundamental para qualificar profissionais, promover a troca de experiências e reafirmar o compromisso com a detecção precoce da hanseníase. Diagnosticar cedo significa evitar incapacidades, preservar a autonomia e garantir cuidado integral e humanizado”, afirmou.
A primeira palestra, conduzida por Quitéria Vânia, abordou o cenário epidemiológico da hanseníase em Maceió e os instrumentos de vigilância, apresentando dados, análises e estratégias municipais para o controle da doença.
Na sequência, o painel “Hanseníase: Diagnóstico e Tratamento”, ministrado por Apolônio Carvalho, assessor do Programa Municipal de Controle da Hanseníase, destacou a necessidade do diagnóstico oportuno, do tratamento adequado e do acompanhamento integral dos pacientes na rede pública.
O seminário também abriu espaço para discutir o estigma e a discriminação, com a exibição do vídeo “O Estigma da Hanseníase”, produzido pelo Ministério da Saúde em parceria com o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, via Proadi-SUS. Relatos de experiência, apresentados por Albertina dos Santos, evidenciaram o percurso até o diagnóstico e a atuação do movimento social. Andrea Patrícia da Silva, terapeuta ocupacional do Programa Municipal de Controle da Hanseníase, conduziu uma reflexão sobre os impactos da doença nos ambientes escolar e de trabalho. A mediação foi feita por Quitéria Vânia.
No encerramento, a SMS reafirmou seu compromisso com a detecção precoce, o acompanhamento integral e a promoção da autonomia e do cuidado humanizado, fortalecendo a rede municipal de saúde no enfrentamento à hanseníase.
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