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Haddad acusa oposição de contratar influenciadores com recursos ilícitos para espalhar desinformação

Ministro da Fazenda critica disseminação de fake news sobre reforma tributária e elogia atuação do Congresso Nacional

13/01/2026
Haddad acusa oposição de contratar influenciadores com recursos ilícitos para espalhar desinformação
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad - Foto: Diogo Zacarias / Ministério da Fazenda

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta terça-feira (13) que setores da oposição estão utilizando "dinheiro sujo" para contratar influenciadores digitais com o objetivo de divulgar desinformação. Haddad conversou com jornalistas ao chegar ao ministério e manifestou preocupação com notícias falsas relacionadas à reforma tributária, sobretudo sobre a nova plataforma a ser lançada, esclarecendo que ela não implica em novas cobranças de impostos.

"Esse tipo de ação delituosa da oposição não contribui. Ainda estão contratando com dinheiro sujo influenciadores para soltar esse tipo de fake news. Quem ganha com isso? O Brasil não ganha com isso. É mentira", declarou o ministro.

Haddad também destacou a atuação do Congresso Nacional, ressaltando que, embora nem sempre as votações tenham ocorrido conforme o desejo do governo, o Legislativo tem se debruçado sobre as principais pautas do país. "Continuamos contando com o Congresso Nacional. O Congresso, do jeito dele, se debruçou sobre todas as iniciativas do Executivo. Ah, não votou como nós gostaríamos, mas é assim que funciona a democracia", acrescentou.

O ministro ressaltou ainda os resultados alcançados pelo governo, como a redução do desemprego, a menor inflação, a transparência do déficit público e outros avanços macroeconômicos, que, segundo ele, apontam para um momento positivo da economia brasileira.

Segundo Haddad, o Ministério da Fazenda está seguindo rigorosamente o planejamento traçado desde o final de 2022. "Não existe fazer lição de casa. Existe um caminho que foi traçado no final de 2022 e nós estamos cumprindo rigorosamente", concluiu.