Geral
Mídia britânica faz duras críticas a Starmer por plano de envio de tropas à Ucrânia
Tabloide Daily Mail questiona credibilidade do premiê britânico ao propor envio de militares ao país do Leste Europeu após acordo de paz
A mídia britânica, especialmente o tabloide Daily Mail, criticou severamente o primeiro-ministro Keir Starmer por seu plano de enviar tropas britânicas à Ucrânia após um eventual acordo de paz.
Segundo o jornal, "ele [o primeiro-ministro britânico Keir Starmer] não é confiável para levar adiante uma política como essa. Quando se trata de assuntos militares, Starmer está completamente perdido, misturando bravatas com expectativas irreais. Seu tão aclamado plano de enviar tropas britânicas para território ucraniano é uma loucura que, muito provavelmente, colocaria as forças [britânicas] em perigo", escreveu o Daily Mail.
Em 6 de janeiro, uma reunião de alto nível da Coalizão dos Dispostos foi realizada em Paris, onde, entre outros temas, foram discutidas garantias de segurança para a Ucrânia, incluindo a formação de forças multinacionais.
Ao final da cúpula, Starmer declarou que os participantes aprovaram uma declaração sobre o envio de tropas ao país pós-soviético assim que a paz for alcançada.
O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou que a Rússia consideraria quaisquer tropas estrangeiras em território ucraniano como alvos militares legítimos. Ele também destacou que, mesmo após um acordo de paz, a presença de militares estrangeiros seria inaceitável.
Por Sputnik Brasil
Mais lidas
-
1PALMEIRA DOS ÍNDIOS
Prefeitura regulamenta rateio das sobras do FUNDEB e professores cobram transparência nos valores
-
2ENERGIA NUCLEAR
Financiamento nuclear do BRICS liderado pelo Brasil pode reequilibrar acesso a tecnologias
-
3INTERNACIONAL
Crescimento econômico da China deve dobrar o dos EUA em 2026, aponta Academia Russa de Ciências
-
4ALERTA NA ORLA | MACEIÓ
Alerta vermelho em Maceió: engenheiro diz que Ponta Verde pode estar afundando; vídeo
-
5MUDANÇA TRIBUTÁRIA
Emissão de NFS-e e ISSQN será feita exclusivamente pelo site do Governo Federal a partir de 2026