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Obstetra alagoana defende castração química em casos de estupro

15/07/2022
Obstetra alagoana defende castração química em casos de estupro

A ginecologista e obstetra Fátima Santiago divulgou nas redes sociais que defende a castração química em casos de estupro. A médica se posicionou ao comentar o caso em que o anestesista Giovanni Quintella foi preso em flagrante após abusar de uma gestante enquanto estava anestesiada durante o parto por cesariana.

Fátima Santiago, que já atuou como médica obstetra por 30 anos em Alagoas, afirma que o caso deve levantar a discussão da realização de castração química em estupradores. “Estou indignada com esse caso de violência sexual praticada por esse indivíduo em sala de parto. Casos assim devem ser reavaliados de forma que a castração química como uma das penas para estupradores entre em pauta no Congresso Nacional. Indivíduos assim não devem cumprir apenas a pena na prisão, porque geralmente são reincidentes”, opinou a médica.

A ginecologista se solidarizou com a vítima e familiares, e expressou que a categoria está indignada com o fato. “Espero que ele seja cassado pelo Conselho Federal de Medicina e não faça mais parte da classe médica”, expressou. Vários seguidores comentaram que também apoiam a ideia.

O caso

Na segunda-feira (11), o anestesista Giovanni Quintella foi preso em flagrante após abusar de uma paciente durante o parto por cesariana. O caso aconteceu no Hospital da Mulher, em São João Meriti na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro.