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Servidores debatem papel e importância do pai na família

08/08/2014
Servidores debatem papel e importância do pai na família
Servidores puderam debater o papel do pai na atualidade e a participação na família (Foto: Ascom Segesp)

Servidores puderam debater o papel do pai na atualidade e a participação na família (Foto: Ascom Segesp)

Servidores da Secretaria de Estado da Gestão Pública (Segesp) participaram nesta sexta-feira (8), da palestra “Ser pai na contemporaneidade”, ministrada pela especialista em desenvolvimento humano, psicóloga clínica organizacional, Gabriela Tenório. O evento promovido pela Coordenadoria Setorial da Gestão e Desenvolvimento de Pessoas, também contou com a participação do coral Encanta Segesp.
Na abertura das atividades do evento, o coral Encanta Segesp, formado por servidores da secretaria, regido pelo maestro Jailson Natividade, interpretou canções de Cartola, Chico Buarque e Rui Baldez.
Em um ambiente descontraído, com a presença de cerca de 50 pais servidores e de mulheres que também realizam este papel na educação dos filhos, a psicóloga Gabriela Tenório iniciou a palestra, com uma breve descrição da evolução do papel do pai na família.
“É preciso considerar a evolução da figura do pai na família, para entender o atual modelo da família moderna. A mulher tem grande participação nesta evolução, pois a partir das suas conquistas perante a sociedade o patriarca passou a dividir não só a educação dos filhos, mas também as responsabilidades da casa”, explicou Grabriela.
A servidora do Departamento de Políticas Administrativas (DPA), Maria José, assume o papel de mãe e também de pai de duas meninas. “Ouço sempre das minhas meninas: ‘Você é uma mãezona!’ e isso me enche de amor e força. Peço sempre a Deus que me dê sabedoria para que eu possa ir além do essencial, e impor limites da maneira correta, para que minhas filhas se transformem em profissionais honestas e mulheres de bem”, disse.
A psicóloga Gabriela Tenório abordou ainda assuntos polêmicos, como o suicídio de jovens, tema recorrente entre os maceioenses nas últimas semanas. “O ser humano é multifacetado. Na maioria desses casos, onde o jovem pratica o suicídio, é facilmente detectada a presença de doenças como transtornos depressivos. Por isso é necessário que haja muito diálogo entre a família. A educação não se baseia mais na opressão, porém tem de haver bom senso”. Ressaltou a psicóloga, que durante a palestra, esclareceu dúvidas dos servidores e também compartilhou experiências de sua vida com os presentes.