Esportes
Última dança de CR7 é o destaque do Grupo K da Copa do Mundo
Portugal chega como favorita em chave que reúne Colômbia, Uzbequistão e República Democrática do Congo
A provável última dança de um dos maiores nomes do futebol mundial é o principal atrativo do Grupo K da Copa do Mundo de 2026. Aos 41 anos, o atacante português Cristiano Ronaldo deve disputar o último Mundial de seleções de sua carreira. Na primeira fase, Portugal terá pela frente Colômbia, República Democrática do Congo e Uzbequistão.
A seleção portuguesa inicia a competição, que será disputada entre 11 de junho e 19 de julho nos Estados Unidos, no México e no Canadá, como favorita à liderança da chave. O elenco reúne uma geração talentosa, capaz de oferecer a Cristiano Ronaldo a chance de buscar o primeiro título mundial de sua trajetória.
Comandada pelo técnico espanhol Roberto Martínez, Portugal conta com nomes importantes do futebol europeu. Entre eles estão Vitinha e Nuno Mendes, titulares do PSG, da França. Mais experiente, Bruno Fernandes, destaque do Manchester United, da Inglaterra, aparece como uma das principais referências técnicas e criativas da equipe.
Para Cristiano Ronaldo, conquistar a Copa do Mundo justamente em sua despedida do torneio representaria um capítulo histórico na carreira. A melhor campanha portuguesa em Mundiais ocorreu em 1966, quando a seleção terminou em terceiro lugar. No Catar, em 2022, Portugal foi eliminado nas quartas de final.
O principal adversário dos portugueses no Grupo K deve ser a Colômbia. Sob o comando do argentino Néstor Lorenzo, a seleção colombiana chega com uma geração competitiva. O grande destaque é o atacante Luis Díaz, que, após se firmar no Liverpool, da Inglaterra, passou a defender o Bayern de Munique, da Alemanha.
Outros nomes importantes da Colômbia são os meio-campistas Richard Ríos, do Benfica, de Portugal, e Jhon Arias, do Palmeiras. No setor defensivo, a principal referência é o zagueiro Davinson Sánchez, atleta do Galatasaray, da Turquia.
A chave também terá um estreante em Copas do Mundo masculinas: o Uzbequistão. Treinada pelo italiano Fábio Cannavaro, um dos grandes zagueiros da história do futebol, a seleção da Ásia Central tem a solidez defensiva como principal virtude.
Além da força de sua defesa, o Uzbequistão aposta em transições rápidas para o ataque. Nesse cenário, o experiente centroavante Eldor Shomurodov, do Istanbul Başakşehir, da Turquia, e com passagem pela Roma, da Itália, surge como principal referência ofensiva da equipe.
O quarto integrante do grupo é a República Democrática do Congo, que retorna à Copa do Mundo após um intervalo de 52 anos. A equipe africana conquistou a classificação apenas na Repescagem Mundial e é apontada como a seleção mais frágil da chave.
Para os congoleses, no entanto, a presença no Mundial já representa uma grande conquista. A última participação do país na competição havia sido em 1974, quando ainda se chamava Zaire. Naquela edição, a seleção africana enfrentou o Brasil e perdeu por 3 a 0, com gols de Jairzinho, Rivellino e Valdomiro.
Na equipe comandada pelo técnico francês Sébastien Desabre, o nome de maior destaque é o atacante Cédric Bakambu, que defende o Betis, da Espanha.
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