Esportes
Organizada do Flamengo pediu informações sobre paradeiro de jogadores e dirigentes 24 horas antes de briga com Marcos Braz
Torcedor envolvido na confusão com o dirigente afirmou ser membro da organizada, que se vangloriou após a briga
Nesta terça, o vice de futebol do Flamengo Marcos Braz foi flagrado numa briga com um torcedor dentro de um shopping no Rio. Em vídeo gravado momentos antes das agressões, o homem se identifica como membro de uma organizada do clube. E cerca de 24 horas antes da confusão, esta mesma torcida utilizou suas redes sociais para solicitar informações sobre jogadores e dirigentes que fossem vistos em festas ou bebendo na praia nos bairros do Recreio e da Barra da Tijuca, região onde a confusão ocorreu.
"Mandem mensagem no privado. Que nós vamos na direção deles. A cobrança vai ser severa. Acabou a paz!!!", publicou a organizada.
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Após a briga envolvendo Braz, seus seguranças e o torcedor, a organizada fez nova publicação se vangloriando do ocorrido. E voltou a ameaçar o dirigente afirmando que, em caso de insucesso no domingo, dia da segunda partida da final da Copa do Brasil, contra o São Paulo, ele não deveria nem voltar para o Rio.
"Tá achando que o papo dos amigos era em vão, sorte que estava com seu segurança que ainda mordeu o amigo", publicou.
Por volta das 17h, Braz foi abordado por um torcedor quando estava numa joalheria no shopping. O rubro-negro cobra o dirigente pelo mau momento do clube e pede a demissão do técnico Jorge Sampaoli. Em determinado momento, a situação foge das cobranças e entra nas vias de fato.
O vídeo da confusão foi publicado pelo jornalista Venê Casagrande, do SBT. Nele, ouve-se gritos e xingamentos. Seguranças separam a briga. Momentos depois, o dirigente aparece exaltado após ser afastado da pancadaria. Outro homem, também afastado pelos seguranças, esbraveja: "pelotão é o c...", uma provável referência à organizada do rubro-negro.
As cenas de pancadaria terminaram com Braz se retirando de uma loja acompanhado de policiais e seguranças. A segurança no local foi reforçada.
O dirigente chegou a ficar por alguns minutos dentro da joalheria onde foi iniciada a discussão. A situação gerou comoção entre os clientes do shopping, que acompanharam a saída.
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