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Filipinho dentro, Italo sem chance de bi, Medina dúvida: como estão as vagas olímpicas do surfe

Filipinho e Chumbinho, que disputaram o WSL Finals neste sábado, já estão classificados

Agência O Globo - EXTRA 09/09/2023
Filipinho dentro, Italo sem chance de bi, Medina dúvida: como estão as vagas olímpicas do surfe
Filipe Toledo - Foto: Agência Brasil

O brasileiro Filipe Toledo, o Filipinho, ampliou a hegemonia mundial do surfe brasileiro ao vencer o WSL Finals neste sábado, em Trestles, na Califórnia, e se tornar bicampeão mundial. No ano que vem, ele poderá mirar a medalha de ouro olímpica como mais uma façanha na carreira: é um dos dos brasileiros garantidos nos Jogos de Paris-2024, que serão disputados em Teahupoo, no Taiti, parte da Polinésia Francesa.

Toledo garantiu vaga ao terminar como número 1 do mundo no ranking da da WSL. Outro que já tinha carimbado o passaporte para a olimpíada foi João Chianca, o Chumbinho, que terminou na quarta colocação do ranking e caiu para o vice-campeão mundial Ethan Ewing neste sábado.

Cada país pode levar até três surfistas por gênero para os Jogos de Paris. Mas a terceira vaga só pode ser garantida nos Jogos Mundiais de Surfe, o ISA World Surfing Games, organizados pela Associação Internacional de Surfe, ligada ao Comitê Olímpico Internacional (COI). É nessa competição que Gabriel Medina pode buscar uma vaga. Os Jogos Mundiais acontecem na cidade de Arecibo, em Porto Rico, entre fevereiro e março de 2024.

Sexto colocado no ranking da WSL em 2023, Medina vai compor o trio que vai disputara competição junto a Filipinho e Chumbinho (estes dois, idas obrigatórias pelos critérios da ISA, por contra do ranking), segundo anúncio da Confederação Brasileira de Surf (CBSurf) feito em agosto. A equipe brasileira precisa vencer para conseguir essa vaga extra.

Portanto, com o anúncio da CBSurf, Italo Ferreira, atual campeão olímpico, não tem mais chances de disputar uma vaga em Paris. Em julho, o potiguar sofreu uma entorse no joelho direito e ficou fora do restante da temporada da WSL — terminou em 13º no ranking.

No feminino, Tatiana Weston-Webb, única representante brasileira na WSL (8ª nesta temporada) já tem vaga garantida em Paris-2024.