Esportes
Eliminatórias da América do Sul: Qual aproveitamento será necessário para conseguir vaga na Copa de 2026
Com o aumento do número de participantes, eliminatórias podem classificar sete países
Começou ontem as Eliminatórias da América do Sul para a Copa do Mundo de 2026, que será disputada nos Estados Unidos, México e Canadá. Com o aumento do número de participantes no Mundial, a competição, que sempre classificou quatro países e levava um à repescagem mundial, está mais democrática e garante seis vagas diretas no torneio de 2026, além de manter um país na repescagem.
Desta forma, as contas que as seleções precisam fazer são outras, já que em todas as eliminatórias anteriores o sexto colocado não se classificava para a Copa do Mundo e desta vez estará entre os representantes da América do Sul. Além disso, o sétimo colocado, que também ficava de fora do Mundial, jogará a repescagem.
Analisando as três últimas eliminatórias — para as Copas de 2014, 2018 e 2022 —, 20 pontos é o ideal para disputar ao menos a repescagem. Na competição que dava vaga no Mundial do Brasil, a Bolívia, oitava colocada, terminou com 12 pontos.
Nas duas seguintes para os Mundiais de 2018 e 2022, o Equador terminou em oitavo com 20 pontos e o Paraguai, na mesma colocação, com 16, respectivamente. Assim, um aproveitamento próximo dos 40% garantem ao menos a possibilidade de disputar a repescagem para a Copa.
Para se classificar diretamente para a Copa do Mundo, sem precisar passar pela repescagem, a seleção precisa fazer 25 pontos, ou seja, um aproveitamento de 46%. Isso porque o Paraguai, nas eliminatórias do Mundial de 2018, ficou em sétimo com 24 pontos. Ao todo, cada equipe disputa 54 pontos — são 18 jogos até o fim da competição.
O novo regulamento pode ser bom para alguns países como Chile e Colômbia, que não foram tão bem nas eliminatórias e ficaram de fora da Copa do Mundo do Catar. O Paraguai, que não disputa o Mundial desde 2010, também pode se beneficiar com as mudanças, já que apenas três seleções vão ficar de fora do Torneio da Fifa.
A expectativa é que Bolívia e Venezuela, as piores colocadas das duas últimas eliminatórias, permaneçam nas últimas colocações e os demais países briguem por uma vaga na Copa dos Estados Unidos, México e Canadá.
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