Esportes
Presidente da CBM diz morte de dois pilotos foi fatalidade e não há padrões de segurança a serem revistos
Firmo Henrique Alves afirma que não houve nenhum erro que possa ser corrigido
O presidente da Confederação Brasileira de Motociclismo (CBM), Firmo Henrique Alves, afirmou que não há nenhum tipo de protocolo a ser revisto por causa do acidente que matou dois pilotos na etapa de Cascavel do Moto1000GP, neste domingo. De acordo com ele, o que aconteceu foi uma fatalidade e não algum erro que possa ser corrigido.
Os pilotos eram Érico Veríssimo da Rocha, de 38 anos, e André Veríssimo Cardoso, de 42. Apesar do mesmo sobrenome, eles não eram parentes. O acidente aconteceu ainda na primeira volta. André caiu da moto e ficou sentado com as mãos para o alto no meio da pista. Alguns pilotos conseguiram desviar dele, mas Érico não, que o acabou atropelando. Ambos chegaram a ser levados para o hospital, mas não resistiram.
— Não teve erro do piloto ou do mecânico. As imagens falam por si. O primeiro piloto caiu e o outro o atropelou. Nesse caso foi uma fatalidade. Não tenho como rever nenhum padrão de segurança por conta desse acidente — disse Firmo.
O presidente da CBM também respaldou a qualidade do autódromo. Ele explicou que cada categoria tem o seu padrão de segurança e que para o Campeonato Brasileiro a pista de Cascavel atende aos padrões.
— O nível de segurança depende do campeonato e nós usamos os melhores — contou.
Com as mortes de Érico e André chega a três o número de acidentes fatais na pista. Sobre isso, Firmo contou que a prova em que o piloto Leonardo Mascarello Pozzer, de 38 anos, morreu em março não era reconhecido pela CBM. O evento era um track day, que é quando uma pista é alugada para uma prova particular, de exibição ou lazer.
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