Economia
Dólar fica de lado em manhã de PPI dos EUA e de olho em serviços e alta commodities
O dólar opera de lado, após os dados de serviços no Brasil acima do consenso, enquanto investidores observavam a divulgação do índice de inflação ao produtos (PPI, na sigla em inglês) dos EUA de julho, divulgado pouco antes deste texto.
O volume de serviços no Brasil cresceu 0,3% em junho ante maio, segundo o IBGE, resultado próximo do teto das projeções de analistas (+0,4%). Na comparação anual, houve alta de 2,8%, no limite superior das estimativas. No acumulado de 2025, o setor registra avanço de 2,5%, e em 12 meses, de 3%.
O prefeito de São Bernardo do Campo, Marcelo Lima (Pode), é afastado do cargo com tornozeleira em operação da Polícia Federal sobre corrupção.
A Aneel determinou que a CCEE repasse R$ 139,5 milhões à Amazonas Energia, conforme decisão judicial.
O Ministério do Trabalho e Emprego criou a Câmara Nacional de Acompanhamento do Emprego para monitorar e propor ações de preservação de postos de trabalho em empresas afetadas pelo tarifaço de 50% imposto pelos EUA.
A balança comercial brasileira deve registrar um superávit de cerca de US$ 62 bilhões em 2025, "caso não surjam novas surpresas" do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nas trocas comerciais com o Brasil, de acordo com o Indicador de Comércio Exterior (Icomex) da FGV.
Perto das 9h40, o dólar tinha variação de 0,09%, cotado a R$ 5,4060.
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