Curiosidades
Um ano após a morte de Ozzy, Sharon Osbourne enfrenta disputa por cinebiografia
Viúva do cantor afirmou ao The Sun que ainda vive o luto enquanto tenta transformar quase cinco décadas de relacionamento em um filme; produção tem previsão de estreia para 2028
Um ano após a morte de Ozzy Osbourne, Sharon Osbourne ainda enfrenta dificuldades para lidar com a ausência do marido e, ao mesmo tempo, trava uma disputa criativa para levar aos cinemas a história do casal. Segundo revelou ao jornal britânico The Sun, nesta quarta-feira (22), a apresentadora e empresária, de 73 anos, resiste às exigências da Sony Pictures para reduzir a duração da cinebiografia, que pode estrear em 2028. Nos bastidores, ela insiste que algumas sequências dedicadas ao relacionamento dos dois não sejam encurtadas, mesmo com o estúdio defendendo um filme de cerca de 150 minutos.
— Estamos em uma cena que dura quarenta minutos, e me dizem que não pode ser mais longa. Quero que seja o mais realista possível. Mas é muito difícil, no cinema, tentar incluir tudo o que se deseja — afirmou Sharon ao The Sun. Ela acrescentou que pretende continuar defendendo as cenas consideradas essenciais. — Você só precisa continuar insistindo. Não aceite um não como resposta.
Casados por quase 46 anos, Sharon e Ozzy chegaram a elaborar juntos um primeiro esboço do roteiro antes da morte do músico. A produção acompanhará a trajetória do casal desde a década de 1970 e abordará tanto o sucesso profissional quanto os momentos turbulentos vividos pela família. O filho Jack Osbourne afirmou que as filmagens devem começar no próximo ano, mas ainda não há confirmação oficial sobre o ator que interpretará o vocalista do Black Sabbath. Rumores apontam o cantor Yungblud como um dos nomes cogitados, embora nenhuma escolha tenha sido anunciada.
Luto e novos projetos
De acordo com uma fonte próxima à família ouvida pelo The Sun, os últimos 12 meses foram uma "bomba nuclear emocional" para Sharon e a filha Kelly Osbourne. A pessoa descreveu a morte de Ozzy como uma "devastação total" e afirmou que o cantor era o centro da rotina da família, deixando um vazio marcado pelo silêncio após décadas de convivência.
Enquanto enfrenta o luto, Sharon mantém a agenda voltada para projetos ligados ao legado do marido. Além da cinebiografia, ela negocia um espetáculo com hologramas inspirado no modelo do ABBA Voyage e trabalha para relançar o Ozzfest, festival criado pelo casal nos anos 1990. Segundo ela, reunir novamente artistas ligados ao evento será uma forma de preservar a história construída ao lado de Ozzy e manter vivo o vínculo com os fãs.
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