Curiosidades
Patrocínios da Farofa e 'empresa Gkay': de onde vem a fortuna da influencer envolvida em rumores de falência
Suposta dificuldade financeira ganhou força após banco processar paraibana em R$ 1,8 milhão por dívida não paga, segundo site
Gkay, conhecido por transformar sua imagem em uma verdadeira empresa e comandar eventos milionários, enfrentamentos de falência após serem processados pelo Banco do Brasil. A instituição cobra cerca de R$ 1,8 milhão em uma ação judicial iniciada em dezembro do ano passado, devido ao não pagamento de uma dívida expressiva.
Segundo o site Metrópoles, o Banco do Brasil afirma que a influenciadora paraibana contratou um empréstimo em 2025 para quitar débitos anteriores, comprometendo-se a pagar o valor em 96 parcelas. No entanto, Gkay não teria cumprido o acordo, levando o banco a solicitar à Justiça a penhora e avaliação dos seus bens.
Ascensão digital e modelo de negócios
Gkay iniciou sua trajetória em 2013, publicando vídeos de humor nas redes sociais. Com o aumento do público, consolidou sua presença em plataformas como Instagram e TikTok, onde reúne milhões de seguidores. Esse alcance tornou-se fundamental para sua renda, impulsionado por contratos publicitários e parcerias com grandes marcas.
Entre seus principais projetos está a Farofa da Gkay, festa de aniversário que se transformou em um festival de grande porte, reunindo influenciadores e artistas em resorts de luxo. O evento movimenta cifras milionárias tanto em produção quanto em retorno financeiro, conveniente de vitrine para marcas interessadas em visibilidade. Segundo o portal Terra, algumas cotas de patrocínio chegaram a R$ 2,5 milhões.
O evento adota um modelo de negócios baseado em diferentes cotas de patrocínio, com valores que variam conforme o nível de exposição. Há desde pacotes básicos, com inserções pontuais, até opções robustas para toda a festa.
Investimento na marca profissional
Além da publicidade e dos eventos, Gkay diversificou sua atuação ao investir na carreira artística. "Quando comecei a ganhar meu dinheiro, sempre me vi como uma empresa. No começo, todo dinheiro que entrou era reinvestido. Sempre investi muito na minha marca. Eu pensei: 'Esse dinheiro eu não estou gastando, estou investindo na minha marca'. Hoje, sou uma pessoa consolidada porque sempre lidei comigo como uma empresa", declarou ao podcast da Serasa no início do ano passado.
Apesar dos rumores sobre uma fortuna de R$ 50 milhões, Gkay negou a informação: "Se tivesse, estaria deitada, só deixando o dinheiro render. É que o patrimônio junta tudo o que você tem, né? Bora fazer umas contas ali e quem sabe. A Farofa vale quanto? Acho que a Farofa vale R$ 100 milhões", brincou.
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