Curiosidades
Segunda temporada de 'Rivalidade ardente' tem estreia prevista para abril de 2027
Produção da HBO Max começa em agosto, segundo criador; novo livro da série foi adiado por questões de saúde da autora
Rivalidade ardente, série de sucesso da HBO Max baseada nos livros de Rachel Reid, já tem previsão de retorno: a segunda temporada deve estrear em abril de 2027, conforme revelou o criador da adaptação.
Segundo o responsável pela série, "haverá mais 'Rivalidade ardente' nas suas TVs, de verdade, assim que for humanamente possível".
Nesta semana, a autora Rachel Reid anunciou o adiamento do próximo livro da saga, Unrivaled, que estava programado para setembro e agora será lançado em junho de 2027 pela HarperCollins. O motivo do atraso é o agravamento dos sintomas de Parkinson da escritora.
"Quando coisas boas acontecem, às vezes o universo nos dá coisas piores para equilibrar, e para mim isso significou que meus sintomas de Parkinson pioraram um pouco e tornaram fisicamente difícil escrever", explicou Rachel Reid em um vídeo publicado nas redes sociais. "Definitivamente, estou muito mais lenta, e isso é algo com que preciso aprender a lidar e encarar, em vez de ignorar."
Sobre o que é 'Rivalidade ardente'
A série acompanha dois jogadores de hóquei no gelo: o canadense Shane Hollander (interpretado por Hudson Williams) e o russo Ilya Rozanov (vivido por Connor Storrie, americano que teve aulas de russo para compor o personagem). Rivais dentro do rinque, eles se odeiam durante as partidas, mas fora delas vivem uma relação intensa e apaixonada, marcada por cenas ousadas e grande química.
"É algo que nunca vi na televisão antes, pelo menos não aqui na América do Norte", declarou Rachel Reid ao jornal O GLOBO. A autora, que também atua como consultora da produção, destacou: "Muitas daquelas cenas são bem corajosas. Fiquei impressionada."
Repercussão
A história de amor dos dois jogadores e seus desdobramentos têm gerado forte repercussão. A revista The New Yorker classificou a série como um fenômeno cultural sem precedentes. "Não consigo lembrar da última vez que vi algo assim atingir a cultura com tanta força", afirmou a crítica Naomi Fry no podcast "Critics at Large" da publicação.
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