Curiosidades
Prisões, arma na concentração e dívidas: as polêmicas de Edilson Capetinha, expulso do BBB 26
Antes de participar do reality, ex-jogador acumulou histórico de brigas e confusões dentro e fora dos gramados
Mais um cartão vermelho para Edilson Capetinha. O ex-jogador foi expulso neste sábado (14) do BBB 26, após uma nova polêmica. Não é a primeira vez que o pentacampeão mundial se envolve em confusões: dentro e fora dos gramados, Edilson soma títulos, mas também um histórico de brigas e controvérsias.
Briga no Paulistão 1999
Ídolo do futebol brasileiro nos anos 1990 e início dos anos 2000, Edilson brilhou principalmente no Palmeiras e Corinthians, além de conquistar a Copa do Mundo de 2002 pela Seleção Brasileira. Atacante veloz e habilidoso, ganhou o apelido de "Capetinha" por infernizar zagueiros. Foram 305 gols em 711 partidas, mas também episódios de indisciplina, como a famosa confusão na final do Campeonato Paulista de 1999. Na ocasião, jogando pelo Corinthians, Edilson provocou o Palmeiras com embaixadinhas, o que gerou uma briga generalizada e marcou a rivalidade entre os clubes.
Rivalidade com Petkovic
Após conquistar o Mundial de Clubes pelo Corinthians, Edilson transferiu-se para o Flamengo em 2000. No clube carioca, protagonizou desentendimentos com o sérvio Petkovic, chegando às vias de fato em um treino antes de uma partida pela Copa Mercosul de 2001. Anos depois, Edilson afirmou que a rivalidade ficou no passado e que ambos se tornaram amigos.
Arma em concentração
Em 2004, defendendo o Vitória, Edilson se envolveu em um episódio insólito: insatisfeito com a mudança de data da concentração para um jogo contra o São Paulo, entrou armado no clube e disparou tiros para o alto, assustando colegas e dirigentes. O caso, relatado pelo próprio jogador em podcast, terminou com Edilson agredindo o técnico Evaristo de Macedo após discussão.
Prisão e dívidas
Segundo o portal Splash, Edilson acumula uma dívida de R$ 13,2 milhões referente a processos trabalhistas, além de R$ 2 milhões em pensão alimentícia, conforme noticiado pela Folha de S. Paulo. Entre 2012 e 2018, o ex-jogador foi preso quatro vezes por atraso no pagamento da pensão.
Investigado pela Polícia Federal
Em 2015, Edilson foi indiciado por crimes como lavagem de dinheiro, corrupção e tráfico de influência, no âmbito da Operação Desventura da Polícia Federal, que investigava fraudes em loterias da Caixa Econômica Federal. O ex-atleta prestou depoimento e teve sua casa alvo de mandado de busca e apreensão, mas negou envolvimento no esquema e não chegou a ser preso.
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