Curiosidades
Suspeitos de roubo milionário no Louvre comparecem ao tribunal em Paris; um é liberado
Amostras de DNA, impressões digitais e outros vestígios ajudam nas investigações
Vários suspeitos detidos nesta semana por envolvimento em um ousado roubo de joias no Museu do Louvre compareceram neste sábado diante de juízes em um tribunal de Paris, informaram os promotores à AFP. Um dos suspeitos detidos foi liberado sem acusação, segundo suas advogadas, Sofia Bougrine e Noemie Gorin. As peças, avaliadas em 88 milhões de euros, seguem desaparecidas.
No mês passado, ladrões armados com ferramentas elétricas invadiram o Louvre, o museu de arte mais visitado do mundo, em plena luz do dia, levando apenas sete minutos para roubar joias avaliadas em cerca de US$ 102 milhões. Ao todo, sete suspeitos foram detidos em relação ao assalto, e vários deles compareceram neste sábado diante de juízes em Paris.
Cinco dos suspeitos haviam sido presos no início desta semana, incluindo o homem que acabou sendo libertado posteriormente. Dois primeiros suspeitos foram presos no último sábado (25): um deles estava no aeroporto de Paris, prestes a embarcar para a Argélia; o outro circulava pela região metropolitana da capital francesa. Os dois homens “confessaram parcialmente o crime”, declarou na última quarta-feira (29) a procuradora de Paris, Laure Beccuau.
Na noite de quarta-feira (29), mais cinco novos suspeitos foram presos, conforme confirmou a promotora à Agence France-Presse (AFP). Ainda há poucas informações sobre esses novos detidos.
Quem são os suspeitos pelo roubo no Louvre?
Da dupla presa no sábado, o primeiro suspeito tem 34 anos e nasceu na Argélia. A polícia o identificou por meio de DNA encontrado em uma das motos usadas na fuga após o roubo. Ele já possuía antecedentes por infrações de trânsito.
O segundo suspeito tem 39 anos, é francês e nasceu em Aubervilliers, subúrbio de Paris. Atua como motorista de táxi ilegal e entregador, e já tinha passagem por roubo qualificado. Seu DNA foi identificado em um pedaço de vidro quebrado de uma das vitrines onde as joias estavam expostas.
Joias seguem desaparecidas
Mais de 150 amostras de DNA, impressões digitais e outros vestígios foram coletados no local. O crime continua mobilizando as autoridades francesas na busca pelos suspeitos que fugiram com oito peças avaliadas em cerca de 88 milhões de euros.
Apesar do avanço nas investigações, as joias roubadas ainda não foram localizadas. A procuradora Beccuau afirmou manter “uma pequena esperança” de recuperar as pedras intactas antes que sejam depredadas ou os metais derretidos.
— Quero ser otimista. A ampla cobertura midiática talvez impeça que os ladrões mexam nas peças — declarou a promotora.
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