Cultura Pop
Ele previu: tarólogo explica como cravou a Espanha vencendo a Copa do Mundo de 2026
Bruno Cassaro e Athos Salomé — também conhecido como ‘Nostradamus brasileiro’ previram, antes do início do torneio, que seleção espanhola venceria torneio
"Prever o estágio de noventa minutos de futebol, o rumo de uma eleição ou destino financeiro de uma megaempresa é um dos exercícios mais complexos e fascinantes da atividade analítica", disse Bruno Cassaro, astrólogo e tarólogo que, em matéria publicada pelo EXTRA, previu a vitória da Espanha na Copa do Mundo de 2026. "O cenário macroeconômico e esportivo nos coloca diante de uma teia invisível de interdependências", acrescentou ele
Quase:
Heroína:
Vai que dá:
Em maio deste ano, o EXTRA entrevistou três astrólogos, os fazendo uma pergunta muito "simples": Quem vai ganhar a Copa do Mundo de 2026? Houve quem afirmou não conseguir prever com exatidão o vencedor, vendo apenas “um país europeu de bandeira vermelha”.
Já Bruno Cravou: a Espanha, que com os jovens talentos, precisei “apenas” de uma forte defesa:
— Para levantar a taça, será essencial que a linha defensiva, reforçada na juventude de Pau Cubarsí e na segurança das redes de guarda Unai Simón, mantenha a maturidade emocional e o máximo rigor.
E foi isso que aconteceu, com a adição de um dos melhores jogadores da Copa, o lateral-esquerdo Marc Cucurella.
Ao EXTRA, Bruno contou as dificuldades de se fazer uma previsão disso:
— Um time de futebol não é um bloco monolítico; é um ecossistema vivo. O técnico enxerga o jogo sob a ótica da tática e da pressão da diretoria; o craque veterano lida com o peso do legado; o jovem recém-convocado busca espaço sob o peso da ansiedade.
Para ele, decifrar a previsão para um coletivo, tal como uma seleção, a astrologia precisa resgatar suas raízes mais antigas e mudar a escala de observação.
Com esse objetivo em mente, ele afirmou ter estruturado um método de análise “robusto e aplicável” aos torneios contemporâneos, dividido em quatro etapas: análise histórica, triagem planetária de cada seleção, perfil e momento astrológico de jogadores-chave e a síntese comparativa.
A análise começa pela investigação dos dados, do horário e do local de fundação de cada entidade. Esses dados são cruzados com o momento de abertura do torneio para calcular a Revolução Solar institucional, que indica se a seleção enfrentará um período de expansão ou de restrições.
Depois, os mapas das equipes são comparados para identificar quais chegam à competição sob configurações astrológicas projetadas e quais enfrentam maior tensão. A avaliação também considera o momento dos principais jogadores, já que a situação astrológica de uma liderança técnica pode influenciar todo o desempenho coletivo.
Por fim, as Revoluções Solares das Instituições são combinadas com o momento psicológico e astrológico de seus líderes. A síntese gera um ranking das escolhas com maior tendência ao sucesso, baseado na harmonia ou na fricção de suas energias durante o torneio.
Só que Bruno faz um alerta sobre a absorção: tentar cravar o campeão é ignorar a própria subjetividade da experiência humana:
— É vital reforçar que a astrologia série não opera no campo das certezas deterministas ou das variações fatalistas. Ela não dita o placar exato de uma final; ela desenha o mapa das tendências e das forças invisíveis em disputa —
Ele conclui: — Olhar para o esporte através da astrologia mundana não é buscar um gabarito antecipado do futuro, mas sim compreender o drama humano, coletivo e arquetípico que se desenrola a cada toque na bola.
Nostradamus brasileiro também acertou
Outro vidente que antecedeu a vitória da seleção espanhola foi Athos Salomé, conhecido como o "Nostradamus vivo". O brasileiro, que teria previsto desde a pandemia da Covid-19 até a morte da Rainha Elizabeth II, teria acertado, também, os finalistas da última edição (Argentina e França).
Em entrevista ao jornal britânico Daily Mail, Athos afirmou, na época, que havia prevista uma seleção “com vermelho, muito vermelho ou laranja” vencedora da Copa do Mundo de 2026: “Eu vejo núcleos pesados, profundos e dominantes. Cores de fogo. É uma energia de calor, fricção e força intensa”, disse, na época.
“La roja [apelido da seleção espanhola] é a personificação literal da minha visão”, afirmou.
Mais lidas
-
1POLÍTICA
Veja os resultados das eleições neste início da apuração
-
2ELEIÇÕES
Acompanhe minuto a minuto o 2º turno das eleições no Brasil 2026
-
3LULA LÁ
Paulista tomada por multidão; estimativas falam em 2 milhões no ato do presidente Lula; veja vídeo
-
4ELEIÇÕES 2026 | FUTEBOL E POLÍTICA
Torcidas organizadas do Palmeiras, finalista da Libertadores, participam de ato pela reeleição de Lula na Avenida Paulista; veja imagens
-
5ELEIÇÕES
Lula ou Flávio Bolsonaro: como foi a votação dos brasileiros na Rússia?