Brasil
Entidades empresariais de Alagoas aderem a manifesto que cobra transparência do STF
Documento liderado pela Fiesp reúne cerca de 3 mil organizações do país e exige julgamento público e célere sobre episódios recentes envolvendo a Corte
A pressão do setor produtivo por maior rigor e clareza no Judiciário ganhou forte adesão no Nordeste. Pelo menos 57 entidades representativas de Alagoas assinaram o manifesto nacional divulgado nesta quarta-feira, 9, unindo-se a um movimento que já contabiliza cerca de 3 mil organizações em todo o território brasileiro.
Liderada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), a mobilização empresarial aponta para uma crise institucional que atinge o próprio Supremo Tribunal Federal (STF). No texto, as entidades cobram que o Plenário da Corte analise os fatos recentes com urgência, transparência e sem corporativismo.
O documento enfatiza que a responsabilidade da Corte constitucional caminha lado a lado com o dever de prestação de contas à sociedade.
"Quem julga a Nação há de submeter-se, com idêntico rigor, ao julgamento do Direito, da Sociedade e da História. A Constituição que a Corte protege é a mesma que lhe impõe julgamentos transparentes, justos e decisões fundamentadas", destaca o trecho do manifesto.
As lideranças empresariais defendem que as sessões de julgamento ocorram de forma pública e sem subterfúgios, garantindo a imparcialidade do processo e a estabilidade das instituições no país.
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