Capitania hereditária
31/03/2026
Ingressei no serviço público no ano de 1970, como assessor de imprensa do Tribunal de Contas. O presidente era o Conselheiro Jorge Assunção, homem público ético, administrador modelo e gestor austero. Era um tribunal pequeno em tamanho, mas gigante em ações. Um plenário composto por homens públicos honrados, os entes públicos eram fiscalizados com rigor e os prefeitos auditados todos os anos. Hoje em dia o órgão virou uma sinecura, desacreditado, com um plenário sem expressão e agora se transforma em uma vergonhosa “capitania hereditária”. Voltarei ao assunto com detalhes.
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