Republicas de bananas
Ao longo dos últimos dias, alguns países, instituições e líderes internacionais de quinta categoria se manifestaram sobre a instauração do processo de impeachment e consequente afastamento de Dilma. O Ministério das Relações Exteriores diz rejeitar "enfaticamente" declarações recentes dos governos da Venezuela, de Cuba, da Bolívia, do Equador e da Nicarágua, além da Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América/Tratado de Cooperação dos Povos (Alba/TCP).
Segundo o Itamaraty, esses cinco países e a Alba "se permitem opinar e propagar falsidades sobre o processo político interno no Brasil".
"Esse processo se desenvolve em quadro de absoluto respeito às instituições democráticas e à Constituição federal", destaca um das notas.
Por meio de sua conta pessoal no microblog Twitter, o presidente da Bolívia, Evo Morales, publicou uma mensagem de solidariedade a Dilma e afirmou que estava indignado com "o golpe congressista e judicial".
Não passa de um bando de ditadores disfarçados, de republiquetas bolivarianas comprados como dinheiro petista da corrupção e que têm consciência que “a fonte secou”. Precisam mesmo é devolver o dinheiro brasileiro que foi roubado para ajuda-los.
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