Rompimento entre ex-prefeito e sucessor em Maragogi vai além da gestão “centralizadora e deletéria”
Fato que ganhou notoriedade o anúncio do rompimento político e administrativo, em pouco menos de três meses de mandato, entre o ex-prefeito de Maragogi, Fernando Sérgio Lira ( PP), e o atual prefeito e sucessor na Prefeitura, Daniel Vasconcelos, o ‘Dani da Elba’ (PP).
Lira comunicou sua (dele e dos filhos) saída da nova gestão desde a última sexta-feira, 07, durante entrevista à Rádio Maragogi FM. O que mais chamou atenção nas respostas dadas pelo ex-prefeito foram as palavras “centralizadora e deletéria” – ao tratar sobre o comando da administração de Dani da Elba.
Porém, fontes fidedignas do Blog Kléverson Levy revelaram que desde meados de fevereiro deste ano Sérgio Lira dava sinais que não ficaria mais na gestão de seu sucessor. Insatisfeito com algumas atitudes e medidas adotadas pelo novo gestor, o ex-prefeito – que foi peça chave e importante na conquista pela Prefeitura – passou a entender que Dani da Elba não cumpriria o que foi acordado em 2024.
Além disso, o jovem/novo prefeito de Maragogi tem colocado familiares e parentes (alô, MPAL) para ocupar cargos no Poder Executivo sem cumprir até o que havia prometido com boa parte dos aliados, caso fosse eleito em outubro do ano passado, em alocar espaços ao grupo eleito.
Todavia, não foi bem assim! Mas, já disse um político traído que com ‘caneta na mão é outra história’. “Amizade” é amizade. Política é Política!
Afinal, o tamanho administrativo que foi dado a Dani da Elba, na ex-gestão de Sérgio Lira, não foi o mesmo que recebeu ou deveria receber o ex-prefeito desde janeiro de 2025. O fato de ser “centralizador” incorreu para algumas situações que levaram Lira passar a ser “oposição consciente” e declarar que “não acreditamos [ele e os filhos que deixaram suas pastas] na administração”.
Ou seja: Wagner Lira (Parcerias Estratégicas) e Thomaz Lira (Planejamento) saíram das respectivas da gestão maragogiense. Como oposição, entretanto, Sérgio Lira carrega a bagagem de ter sido prefeito quatro mandatos (1997-2000, 2001-2004, 2017-2020 e 2021-2024) e ao fazer o sucessor em 2024 que, agora, virou opositor em menos de três meses.
Por fim, quem ganha com essa divisão no grupo político que saiu vitorioso das urnas de 2024 na cidade de Maragogi? Quem? Veremos, no entanto, até onde vai essa “briga” política na belíssima cidade do litoral norte de Alagoas.
Que venha 2026, 2028… já o rompimento entre ex-prefeito e sucessor, vai além da gestão “centralizadora e deletéria”. Aguardemos os resultados. #FATO
É isto!
E viva a política dos políticos em Alagoas!
#VidaQueSegue
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