MPAL deve investigar ‘farra das ONGs” na Câmara de Maceió

Com a aprovação da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2021, os vereadores de Maceió obtiveram 45 emendas aprovadas, cujo valor final ultrapassou os R$ 11 milhões.
Cada parlamentar-mirim teve, à disposição, cerca de R$ 554 mil para distribuir como quiseram.
Desse montante, chama a atenção que a maior parte dos recursos foi destinada a institutos e associações com estreitas ligações políticas aos próprios membros da Casa de Mário Guimarães.
De fato, sem tergiversar, os vereadores da capital alagoana usam a verba pública para beneficiar entidades ligadas aos parentes e cabos eleitorais.
São alguns Institutos e ONGs mantidos com verba pública para uso político-pessoal e eleitoral e o famigerado “toma lá dá cá”.
Foto: Cortesia Folha de Alagoas[/caption]
Na aprovação das emendas, publicadas no Diário Oficial do Município (DOM), constam também algumas que amparam minorias, a exemplo de associações de autistas, cadeirantes, deficientes físicos e Down.
É uma verdadeira farra com o dinheiro público (do contribuinte) em benefício próprio.
Em Tempo: o Ministério Público Estadual (MPE-AL) deverá investigar essa partilha – do tudo em casa – já chamada de “farra das ONGs” na Câmara de Vereadores de Maceió.
Será? É isto! #VidaQueSegueMais lidas
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