Alagoas trava o Congresso?
A briga intestina entre Renan Calheiros e Arthur Lira paralisa as ações do Congresso.
A grande mídia diz que a rivalidade regional atravanca o governo.
Setores do PT - como sempre pragmáticos - passarão como trator pelos antigos aliados (leia-se Renan) - e sem dó e nem piedade manterá os novos "amigos de infância" (leia-se Arthur Lira).
É esperar para ver.
Sinais de fumaça nesse sentido já foram vistos ao longe com as declarações favoráveis à Lira, proferidas pelo José Guimarães, aquele, confundido com um assessor parlamentar que portava dinheiro na cueca.
Dizem que a articulação do governo percebeu que essa é uma das questões de fundo na disputa pela tramitação das medidas provisórias bancada pelo presidente da Câmara contra o Senado.
A declaração de Lira na quinta-feira (23) de que o “Senado não pode ser refém de Alagoas”, numa referência a Calheiros, entregou para o governo a quem o presidente da Câmara atribui a responsabilidade por Rodrigo Pacheco resistir a mudança na Constituição para dar mais poderes à Câmara.
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