Alagoas
Médica do Hospital Dr. Ib Gatto Falcão alerta para aumento de doenças respiratórias em crianças no outono
Com a chegada do outono, cresce o número de casos de infecções respiratórias em crianças. Especialista orienta sobre sintomas e prevenção.
Com a chegada do outono, nesta sexta-feira (20), o número de casos de doenças respiratórias aumenta consideravelmente, especialmente entre crianças. O período exige atenção redobrada de pais e responsáveis, já que as mudanças de temperatura e a permanência em ambientes fechados favorecem a circulação de vírus, conforme alerta a médica Júlia Vasconcelos, do Hospital Dr.
Entre as doenças mais frequentes nesta época do ano estão gripe, resfriado, bronquiolite, asma e outras infecções respiratórias. As crianças são as mais vulneráveis, principalmente aquelas que já apresentam histórico de problemas de doenças ou imunidade baixa, reforça um especialista.
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"Sintomas como tosse persistente, chiado no peito, febre e dificuldade para respirar são sinais de alerta e não devem ser ignorados. Quanto mais cedo a criança for avaliada, maiores as chances de um tratamento eficaz e de evitar a piora do quadro", orienta Júlia Vasconcelos, médica da unidade hospitalar vinculada à Secretaria de Estado da Saúde (Sesau).
A especialista destaca ainda a importância da avaliação clínica precoce. "Neste período, observamos um aumento expressivo na procura por atendimento de crianças com sintomas adversos. A avaliação médica rápida é fundamental para identificar a gravidade do quadro e iniciar o tratamento adequado, redução de riscos de internações e complicações", ressalta.
Além do acompanhamento profissional, algumas medidas simples ajudam na prevenção de doenças respiratórias: manter a vacinação em dia, higienizar as mãos com frequência, evitar locais fechados e aglomerados, manter os ambientes ventilados, garantir a hidratação e evitar a exposição a mudanças bruscas de temperatura.
Diante de sintomas respiratórios, a orientação é procurar atendimento médico o mais rápido possível. “O diagnóstico precoce faz toda a diferença na recuperação e pode evitar complicações, sobretudo em crianças, que são o grupo mais sensível neste período do ano”, reforça a médica.
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