Vida Esportiva
'Lenda mundial': mídia internacional repercute morte de Oscar Schmidt
Agências internacionais e jornais estrangeiros destacam carreira do 'Mão Santa', recordes olímpicos e vitória histórica sobre os Estados Unidos no Pan de 1987
A morte de Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do basquete, provocou repercussão internacional nesta sexta-feira. Veículos de imprensa de diversos países destacaram a trajetória do ex-jogador, ídolo no Brasil e referência mundial. A família informou que ele enfrentava, havia 15 anos, um tumor cerebral.
Cinco olimpíadas, zero medalhas, e ainda assim uma lenda:
Em nota à imprensa, os familiares ressaltaram que Oscar lutou contra a doença “com coragem, dignidade e resiliência”, mantendo-se como exemplo de determinação, generosidade e amor à vida. Seu filho declarou: “Último capítulo”.
A agência Associated Press destacou que Schmidt integra o Hall da Fama do basquete e relembrou que, no Brasil, era conhecido como “Holy Hand” — referência ao apelido “Mão Santa”. A publicação ressaltou que, mesmo sem atuar na NBA, o ex-atleta tornou-se um dos jogadores mais admirados do país por priorizar a seleção brasileira.
A reportagem também enfatizou a participação de Oscar em cinco edições consecutivas dos Jogos Olímpicos, marca histórica, além de recordes de pontuação que permanecem até hoje.
Na Argentina, o jornal Clarín definiu Oscar Schmidt como uma das maiores lendas do esporte. O veículo destacou suas atuações olímpicas e relembrou partidas históricas com a camisa brasileira.
— Com a seleção brasileira, a maior conquista foi a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de 1987, em Indianápolis, quando liderou a vitória por 120 a 115 sobre os Estados Unidos, na primeira derrota da equipe americana em casa nessa competição — publicou o jornal argentino.
A agência espanhola EFE também repercutiu a morte de Oscar Schmidt e definiu o brasileiro como uma lenda do basquete mundial. Em reportagem publicada nesta sexta-feira, destacou que o ex-jogador ficou marcado pelo recorde histórico de pontos anotados na carreira e relembrou sua trajetória internacional, com passagens por clubes da Itália e da Espanha, além da presença em cinco edições dos Jogos Olímpicos.
A EFE ainda ressaltou que a Confederação Brasileira de Basquete o homenageou como um “símbolo eterno”, em reconhecimento ao legado deixado dentro e fora das quadras.
O jornal americano The Washington Post também noticiou a morte de Oscar Schmidt e repercutiu a dimensão internacional da carreira do ex-jogador. A publicação destacou que o brasileiro integra o Hall da Fama do basquete e relembrou o apelido “Holy Hand”, versão em inglês de “Mão Santa”, além de ressaltar a idolatria construída no país mesmo sem passagem pela NBA. O texto também enfatizou sua dedicação à seleção brasileira e a marca de cinco participações olímpicas consecutivas.
Na Itália, onde Oscar construiu parte importante da carreira, a Gazzetta dello Sport lamentou a morte do atleta e o definiu como uma lenda do basquete. O jornal destacou a passagem do brasileiro pela Juvecaserta e por Pavia, lembrando que ele ajudou a projetar o esporte no país durante os anos 1980. A publicação ainda citou o apelido “Mano Santa” e recordou que o ex-jogador enfrentava há anos um tumor cerebral.
A reportagem está em atualização.
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