Vida e Saúde
Maiara revela enfrentamento à alopecia androgenética e fala sobre tratamento
Cantora sertaneja compartilha experiência com queda de cabelo e destaca importância do acompanhamento médico
A cantora sertaneja Maiara revelou recentemente aos seus seguidores e fãs que foi diagnosticada com alopecia androgenética, condição que quase a fez perder todos os fios de cabelo. Segundo o relato da artista, o histórico de procedimentos químicos e alongamentos contribuiu para agravar o quadro.
"O meu cabelo foi caindo, foi quebrando com alguns métodos e formas que usei. Cheguei a um ponto em que já não tinha mais cabelo. O bulbo não existia mais em alguns lugares", contou Maiara.
Atualmente, com os fios mais finos e cacheados, a cantora segue em processo de recuperação, sob tratamento e acompanhamento especializado.
O que é a alopecia androgenética?
A alopecia é caracterizada pela queda evidente de pelos, predominantemente no couro cabeludo. Existem dois tipos principais: a areata e a androgenética. Ambas podem surgir na juventude, tendo como principal resultado a perda de cabelo, embora os mecanismos sejam distintos.
A alopecia androgenética é uma forma de calvície determinada geneticamente. Apesar de ser mais comum entre os homens, devido à influência do hormônio masculino (andro), as mulheres também podem ser afetadas. O quadro costuma se iniciar na adolescência, quando há maior estímulo hormonal, tornando os fios progressivamente mais finos, e tende a se intensificar entre os 40 e 50 anos.
Principais sintomas da alopecia androgenética
Nos homens, o sintoma mais frequente é o surgimento de falhas na coroa e na região frontal da cabeça, conhecidas como "entradas".
Entre as mulheres, os sintomas incluem:
- Redução da densidade capilar (cabelo mais ralo e menos volumoso);
- Diminuição dos fios no topo da cabeça;
- Perda de fios perceptível em travesseiros, escovas e no box do banheiro após a lavagem.
Causas da alopecia androgenética
De origem genética, a alopecia androgenética costuma ser transmitida entre gerações. Entre as mulheres, segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), pode estar associada a alterações hormonais da menopausa, irregularidades menstruais, acne e obesidade.
O tratamento deve ser iniciado com orientação de um dermatologista. Entre as opções estão medicamentos para estimular o crescimento dos fios e bloqueadores hormonais. O objetivo inicial é interromper a queda e, posteriormente, estimular a recuperação capilar. Em casos mais avançados, o transplante capilar pode ser indicado para melhorar o aspecto estético.
O que é a alopecia areata?
A alopecia areata é uma doença inflamatória que atinge a raiz dos fios, provocando queda localizada. Fatores como genética, autoimunidade e questões emocionais podem contribuir para seu desenvolvimento. A doença costuma causar falhas circulares no couro cabeludo e, em casos mais graves, pode levar à perda de pelos em outras áreas do corpo.
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