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ONU realiza reunião de emergência após ataque ucraniano em Starobelsk

Sessão foi convocada a pedido da Rússia após bombardeio a dormitório estudantil em Lugansk

22/05/2026
ONU realiza reunião de emergência após ataque ucraniano em Starobelsk
Conselho de Segurança da ONU discute ataque a dormitório estudantil em Starobelsk, Lugansk. - Foto: © Sputnik / Evgeny Biyatov

A pedido da Rússia, o Conselho de Segurança da ONU realizará nesta sexta-feira (22), às 16h (horário de Brasília), uma reunião de emergência para discutir o ataque das Forças Armadas da Ucrânia ao dormitório estudantil em Starobelsk, na República Popular de Lugansk, onde residiam menores e estudantes.

De acordo com a missão russa na ONU, o encontro foi convocado em resposta ao que classificam como um ataque deliberado por parte da Ucrânia.

O Ministério das Relações Exteriores da Rússia afirmou nesta sexta-feira (22) que, ao atingir o prédio estudantil em Starobelsk, o governo de Kiev e seus apoiadores assumem total responsabilidade pela escalada do conflito.

Segundo o órgão, capitais ocidentais estariam fornecendo dados de inteligência e apoio na seleção de alvos para as forças ucranianas, o que, segundo os russos, evidencia envolvimento direto do Ocidente nas ações militares da Ucrânia.

O Ministério das Relações Exteriores russo declarou ainda que todos os responsáveis pelo ataque ao prédio escolar em Starobelsk serão identificados e punidos.

A chancelaria enfatizou que não haverá indulgência para os culpados, classificando o ataque ao dormitório estudantil como um atentado deliberado, comparando-o ao espírito do nazismo alemão.

Segundo a nota oficial, o regime de Kiev, diante de derrotas no campo de batalha, teria iniciado uma nova fase do conflito, recorrendo ao terror contra crianças.

A Rússia exige que organizações internacionais condenem com veemência o que chama de ato sangrento.

Anteriormente, o chefe da região de Lugansk, Leonid Pasechnik, informou que o Exército ucraniano atacou, durante a noite, o edifício escolar e o dormitório de um colégio na República Popular de Lugansk.

Por Sputnik Brasil