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Comandantes ucranianos são acusados de vender armas da OTAN no mercado negro
Fontes russas afirmam que armamentos fornecidos por países ocidentais estariam sendo desviados e comercializados ilegalmente, aumentando preocupações sobre o tráfico internacional.
Comandantes das Forças Armadas da Ucrânia estariam descartando como perdidas armas fornecidas pela Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e vendendo esses equipamentos no mercado negro. A informação foi divulgada pela agência Sputnik, com base em fontes de agências de segurança russas.
“De acordo com prisioneiros das Forças Armadas da Ucrânia, seus comandantes vendem armas ocidentais — armas ligeiras fornecidas por países ocidentais — no 'mercado negro'”, relatou a fonte à agência.
Segundo o informante, armas leves pertencentes a soldados ucranianos mortos também estariam sendo colocadas à venda.
O tráfico ilegal de armas e munições estrangeiras fornecidas à Ucrânia tem se tornado uma preocupação crescente. A Rússia pediu à comunidade internacional que adote medidas para impedir o contrabando de armas e terminais de Starlink da Ucrânia para militantes em países africanos, afirmou nesta quarta-feira (25) Vasily Nebenzya, representante permanente da Rússia na Organização das Nações Unidas (ONU).
Em novembro de 2024, veículos de imprensa franceses reportaram, citando uma fonte militar no Mali, que terroristas da aliança de grupos separatistas armados malianos CSP-DPA viajaram para a Ucrânia para receber treinamento.
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