Variedades
Manu lança nesta quinta Vol.1 do projeto “Resenhão da Bahtidão”
Depois de ganhar destaque no quadro “Dança dos Famosos”, do “Domingão do Huck”, a cantora Manu Bahtidão apresenta ao público o aguardado projeto “Resenhão da Bahtidão”. Gravado em clima intimista, no formato de roda de pagode, em um quiosque na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, o trabalho aposta em uma atmosfera descontraída e cheia de identidade, unindo o pagode ao sertanejo.
O Volume 1 chega às plataformas de áudio nesta quinta-feira, 19, às 21h, com seis faixas inéditas. As regravações produzidas para o projeto serão disponibilizadas posteriormente na plataforma Sua Música. Já os vídeos deste primeiro bloco de canções serão lançados no YouTube na sexta-feira, 20, às 11 horas.
A música “Tic Tac” (Thallyson/Ricardus), escolhida como faixa promocional, aborda um dos temas mais frequentes nos relacionamentos: o desgaste emocional provocado por um amor indefinido. A canção retrata promessas não cumpridas, o sofrimento de ser mantida em segredo e a necessidade de uma decisão. Com versos diretos, destaca o momento em que o amor-próprio prevalece e o tempo deixa de ser aliado. “Eu não vou te esperar pra sempre / Eu não vou passar o resto da minha vida carente / Eu não vou ser o seu segredo eternamente / Escolhe: ou ela ou a gente”, diz o refrão.
Também integram o repertório inédito as faixas “Pedido de Socorro”, “Bicho Papão”, “Eu Queria Ser”, “Infelizes Pra Sempre” e “Pena Que É Proibido”. “Esse projeto representa um recomeço pra mim. Eu sempre gostei muito de cantar pagode, e poder entrar nesse ritmo com ‘Tic Tac’ é muito especial, porque ela fala de sentimentos reais, de situações que muita gente vive. É um som verdadeiro, tenho certeza que muita gente vai se identificar”, afirma Manu.
Gravado no final de 2025, o “Resenhão da Bahtidão” contou com a presença de amigos, familiares, além do elenco e da produção do “Dança dos Famosos 2025”. Para compor o repertório, Manu selecionou músicas que costuma cantar nos momentos de folga — sucessos que atravessaram gerações e marcaram o pagode e o sertanejo nas vozes de Bruno e Marrone, Alcione, Belo e Sorriso Maroto.
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