Política
Criada a Frente Parlamentar pela Paz Mundial
Grupo reunirá senadores para promover estudos, políticas públicas e ações em defesa da paz e justiça social
O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (18) a criação da Frente Parlamentar pela Paz Mundial. O Projeto de Resolução do Senado (PRS) 45/2025, de autoria do senador Flávio Arns (PSB-PR), recebeu parecer favorável do senador Paulo Paim (PT-RS) e foi aprovado em votação simbólica. Agora, a matéria segue para promulgação.
Entre os objetivos da frente estão o fortalecimento da atuação do Congresso Nacional em defesa da paz mundial e o apoio à tramitação de ações parlamentares voltadas à promoção da paz. O grupo também pretende estimular o desenvolvimento de estudos e pesquisas sobre o tema, além de articular políticas públicas que favoreçam a justiça social.
A frente será composta por senadores, permitindo ainda a participação de ex-parlamentares como membros honorários. Conforme o PRS 45/2025, o funcionamento será regido por regulamento próprio, e as reuniões acontecerão nas dependências do Senado Federal.
Discussão
Segundo o senador Paulo Paim, a criação da frente parlamentar deverá elevar o padrão de deliberação sobre a paz, ao incentivar estudos, pesquisas e o diálogo com especialistas, organismos internacionais, universidades e sociedade civil.
— Esse ecossistema de conhecimento favorece a elaboração de proposições mais bem fundamentadas sobre temas como prevenção da violência, direitos humanos, acolhimento humanitário, educação para a paz e mediação de conflitos, além do acompanhamento de compromissos internacionais assumidos pelo Estado brasileiro — destacou Paim.
O autor do projeto, senador Flávio Arns, ressaltou a importância da iniciativa, apresentada por sugestão do advogado e ex-senador Ulisses Riedel (DF).
— Ter essa frente parlamentar é um esforço que o Senado faz em conjunto com trabalhos já desenvolvidos no Brasil e no mundo. Todos queremos nos engajar nessa caminhada — afirmou Arns.
Apoio
O senador Eduardo Girão (Novo-CE) também manifestou apoio ao projeto.
— Vamos poder influenciar, com esse corpo de senadores, pautas multilaterais, inclusive internacionais, para que o Brasil possa colaborar com a ciência da paz — declarou Girão.
A matéria também contou com o apoio da senadora Leila Barros (PDT-DF). O PRS 45/2025 já havia sido aprovado anteriormente pela Comissão de Educação e Cultura (CE) antes de seguir para votação em Plenário.
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