Política
Amin critica STF por não concluir inquérito das fake news, instaurado em 2019
Senador Esperidião Amin questiona duração e condução do inquérito das fake news pelo Supremo Tribunal Federal e defende debate no Congresso
O senador Esperidião Amin (PP-SC) criticou, em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (17), a condução do inquérito das fake news, instaurado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em março de 2019 para apurar supostos ataques à Corte. O parlamentar destacou que a investigação completará sete anos em 2026, ainda sem conclusão oficial, e afirmou que o caso gerou questionamentos jurídicos e institucionais.
— Sete anos de tirania, de inquisição, de intimidação, de blindagem, especialmente de membros do Supremo Tribunal Federal. Isso é um deboche contra o Estado democrático de direito. Esses sete anos são sete anos de vergonha, sete anos de despotismo. Só o impeachment de um ministro vai poder segurar isso, já que a autocontenção não funcionou — declarou Amin.
O senador também defendeu que o tema seja debatido no Congresso Nacional e ressaltou a necessidade de discutir os limites de atuação das instituições, principalmente em investigações de longa duração e grande alcance.
— O que não tem cabimento é ficar o ministro lá: se falar contra mim, eu boto no inquérito das fake news. Fica lá sem sigilo. Ele investiga e ele julga? Prestem atenção: a vítima é o investigador e o juiz, como aconteceu no inquérito de 8 de Janeiro, que um dia vai ser revisado. Merece ser revisado. O Brasil merece passar a limpo essa narrativa transformada em distribuição de mão pesada — concluída.
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