Política
Eunício Oliveira é o novo presidente da Comissão de Desenvolvimento Urbano
O deputado Eunício Oliveira (MDB-CE) foi eleito presidente da Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (24), para um mandato de um ano.
"Assumo compromisso de total empenho na coordenação dos trabalhos, para que a Câmara, por meio da Comissão de Desenvolvimento Urbano, encontre iniciativas que melhorem a vida da população", disse.
Oliveira reconheceu que o Brasil ainda deve muito à sua população, principalmente aquela de menor renda, em áreas como habitação, saneamento, transporte e infraestrutura urbana.
O novo presidente lembrou que o colegiado é um dos mais antigos da Câmara, criado "na época em que o Brasil ainda buscava respirar democracia".
"A luta pela qualidade de vida, leis urbanas e preocupações mais igualitárias, habitação e saneamento para um maior número de pessoas são também requisitos de uma verdadeira democracia institucional", disse Eunício Oliveira.
Perfil
Eunício Oliveira foi eleito deputado federal pela primeira vez em 1998 e reeleito duas vezes. De 2005 a 2006, foi ministro das Comunicações do governo Lula. Em 2010, foi eleito senador e reeleito novamente em 2017, ano em que presidiu o Senado. Em 2022, foi novamente eleito para a Câmara dos Deputados.
O que a comissão faz
Criada em 1985, a Comissão de Desenvolvimento Urbano debate e vota proposições sobre urbanismo, uso do solo urbano, habitação, saneamento, transportes urbanos e infraestrutura das cidades, entre outras.
No ano passado, o colegiado foi presidido pelo deputado Acácio Favacho (MDB-AP).
Mais lidas
-
1TECNOLOGIA MILITAR
Revista americana destaca caças russos de 4ª geração com empuxo vetorado
-
2TECNOLOGIA
Avião russo 'Baikal' faz voo inaugural com motor e hélice produzidos no país
-
3VIDA SILVESTRE
Médico-veterinário registra nascimento e primeiros dias de filhotes de tucanuçu
-
4EQUILÍBRIO MILITAR
EUA manifestam preocupação com avanço da aviação embarcada chinesa
-
5ENERGIA NUCLEAR
Financiamento nuclear do BRICS liderado pelo Brasil pode reequilibrar acesso a tecnologias