Política
Collor afirma que Auxílio Brasil de R$ 600 reforça rede de proteção aos mais vulneráveis em Alagoas

Nesta terça-feira (09), foi iniciado o pagamento do benefício com valor mínimo de R$ 600. O programa é gerido pelo Ministério da Cidadania, responsável pelo envio dos recursos para pagamento, numa iniciativa do presidente Jair Bolsonaro (PL) dando suporte aos que mais necessitam de apoio.
O novo valor é válido até o fim deste ano após a promulgação no Congresso Nacional da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 1/22 que instituiu estado de emergência no país, permitindo a ampliação de benefícios sociais e econômicos para a população.
O senador Collor reforça a importância do programa. “Infelizmente, nosso estado ainda ocupa uma posição onde a extrema pobreza é latente. Ao longo dos últimos anos, as políticas públicas desenvolvidas para beneficiar essa enorme parcela da população foram minúsculas e com a pandemia, a situação ficou ainda mais crítica. A iniciativa do governo federal, capitaneada por Bolsonaro, teve esse olhar social, uma preocupação extrema com aqueles que mais foram penalizados com a crise de saúde pública mundial”, colocou.
Dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas apontam que, em 2021, Alagoas registrou o terceiro maior índice de pobreza em todo o Brasil. A pesquisa mostra que 50,36% da população alagoana vive nessa condição, ficando apenas atrás dos estados do Amazonas (51,42%) e do Maranhão (57,90%).
“Para mudar essa realidade, é preciso investir no nosso povo, traçar estratégias que atraiam novas empresas, ampliem o mercado e deem a possibilidade de geração de emprego e renda a todos, principalmente a juventude. Vamos olhar para todos os alagoanos, buscar alternativas para que o estado saia da estagnação e volte ao caminho do progresso. E ao lado do nosso presidente, vamos ampliar as ações que foram implantadas a nível nacional”, acrescentou o senador.
Segundo dados do governo federal, o Auxílio Brasil atingiu em agosto deste ano o maior patamar da história. Em todo país, mais de 2,2 milhões de novas famílias foram incluídas no programa, um total de 20,2 milhões de beneficiários em condição de vulnerabilidade social que estão aptos a receber o auxílio financeiro.
Com a PEC estão previstos R$ 41,25 bilhões para a expansão do Auxílio Brasil, que passa a ter valor mínimo de R$ 600 para cada família, e do Auxílio Gás, além da criação de auxílios a caminhoneiros e taxistas por conta do aumento do preço dos combustíveis. Os recursos também serão usados para reforçar o programa Alimenta Brasil, financiar a gratuidade de transporte coletivo para idosos e compensar os estados que concederem créditos tributários para biocombustíveis.
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