Política
Pré-candidata a Deputada Federal, socióloga Danúbia Barbosa destaca a importância de minimizar a desigualdade social em Alagoas

Natural de Maceió e com 41 anos, a socióloga e pré-candidata a Deputada Federal pelo Avante, Danúbia Barbosa, participou pela primeira vez de uma eleição em 2018, como vice-governadora. Na época, alcançou mais de 56 mil votos. Desde a ocasião, a pré-candidata vem defendendo a promoção de políticas públicas que minimizem a desigualdade social em Alagoas.
Em sua trajetória na política alagoana, pode ser destacada a candidatura a vice-governadora pelo PSOL, em 2018. A participação na eleição foi um desafio, Danúbia era a única mulher no pleito. Durante a eleição tampão em 2022, a candidatura foi decidida em conversas com o partido político Avante e a partir da percepção de que haviam poucas mulheres interessadas no processo.
Na ocasião, Danúbia decidiu que a candidatura seria uma maneira de encorajar outras mulheres “Em conversa com o partido que eu participo, e com todo o trabalho de conscientização que eu tenho em relação a mulher na política partidária, resolvi concorrer para encorajar outras mulheres a disputarem o cargo. Acabei sendo a única mulher e fui agraciada com um voto de outra mulher, então encontrei “acolhimento” no braço de uma outra parlamentar que também entende a importância da presença das mulheres nesse processo”, pontuou.
Entre as principais urgências presentes no Estado, Danúbia, que é formada em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Alagoas, faz questão de ressaltar a disparidade social presente em Alagoas, bem como a má distribuição de renda no estado. Para ela, se faz necessário a criação de leis e emendas que possam minimizar esse efeito, gerando empregos e renda.
A pré-candidata se recorda de ter as primeiras conversas voltadas à política ainda criança, com seus familiares. Foi ali que o interesse pelo assunto começou. “Meu interesse por política começou desde criança. Não tenho um marco inicial, mas me lembro de ainda nova, por volta de 4 anos, demonstrar interesse por economia. Conversava com meus pais sobre o assunto, claro que dentro de uma linguagem infantil e apropriada à época. Isso foi crescendo ao longo da vida. No período de redemocratização do Brasil, tinha um tio ligado a movimentos e cheguei a acompanhá-lo em alguns momentos. A partir daí comecei a tomar gosto. Naturalmente minha personalidade foi moldada para a busca da justiça social e da equidade”, afirma a socióloga.
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