Poder e Governo
PSD avalia convidar Greca para vice na chapa do sucessor de Ratinho Jr.
Ex-prefeito de Curitiba, porém, rejeita ser 'coadjuvante' na disputa pelo governo do Paraná e aparece em terceiro na pesquisa Genial/Quaest, superando Sandro Alex.
Mesmo diante da negativa do ex-prefeito de Curitiba, Rafael Greca, em aceitar ser "coadjuvante" na disputa pelo governo do Paraná, o PSD mantém a possibilidade de convidá-lo futuramente para compor a chapa como vice do candidato escolhido para suceder Ratinho Jr.
Na pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta semana, Greca aparece em terceiro lugar, à frente de Sandro Alex, nome defendido pelo partido para a sucessão. Internamente, a expectativa é de que Sandro Alex ganhe mais visibilidade até as convenções partidárias, previstas para julho, impulsionadas pelo apoio do governador e pela imagem de "homem das obras de Ratinho Júnior".
Com eventual crescimento nas pesquisas, lideranças do PSD acreditam que atrairão Greca para integrar a chapa majoritária, ocupando a posição de vice.
Como principais bandeiras de campanha, Sandro Alex pretende destacar resultados à frente da Secretaria de Infraestrutura, como a Ponte de Guaratuba, a Ponte da Integração e a Perimetral Leste, em Foz do Iguaçu, além do novo pacote de concessões que prevê investimentos de R$ 60 bilhões em obras no estado. Paralelamente, o presidente da Assembleia Legislativa, Alexandre Curi (Republicanos), atua para aproximar Sandro Alex dos prefeitos aliados.
Indicado para concorrer ao Senado na chapa majoritária, Curi inicialmente pretendia disputar o governo, mas, ao ser preterido, deixou o PSD e migrou para os Republicanos, onde ensaia uma candidatura própria. No mesmo período, Guto Silva, ex-secretário estadual das Cidades, chegou a ser cotado como o nome mais próximo de Ratinho Jr., mas foi descartado após baixo desempenho nas pesquisas.
Assim como Curi, Greca também deixou o PSD e se filiou ao MDB, lançando-se como pré-candidato ao governo e descartando a possibilidade de servir vice em qualquer chapa adversária. Em entrevista à Jovem Pan nesta semana, Greca reforçou sua posição:
— É uma candidatura a partir de um convite pessoal do presidente nacional do MDB, que veio à minha casa em Curitiba. Eu não fiquei no PSD porque sabia que precisava sair para ser candidato — afirmou. — Eu aceito, com toda a humildade, se as pessoas não acharem que mereço ser governador do Paraná, mas não quero ser coadjuvante nesse processo.
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