Poder e Governo
Celina Leão afirma que Flávio Bolsonaro deveria pedir perdão a Michelle
Aliados de Michelle Bolsonaro criticam condução da campanha do senador e pedem reconciliação
A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PL-DF), declarou nesta segunda-feira que o senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro, deveria pedir perdão à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, após recentes trocas de críticas públicas entre ambos.
Em entrevista ao canal Amado Mundo, Celina Leão destacou que a iniciativa pela reconciliação deve partir de Flávio. “Primeiro, é o homem que tem que sempre tem que pedir perdão para a mulher. Ainda mais quando ele faz uma agressão pública, precisa pedir perdão, sim”, afirmou a governadora.
Na última semana, Michelle Bolsonaro criticou a atuação do enteado na articulação para retirada da candidatura de Soraya Santos (PL-RJ) ao Tribunal de Contas da União. O maquiador Agustin Fernandez, amigo próximo de Michelle, também se manifestou na quinta-feira, dizendo que Flávio deve perder nas eleições deste ano, pois seu “ego e vaidade são maiores que a própria causa”.
Michelle e Celina mantêm uma relação próxima. Na sexta-feira, Michelle reforçou publicamente seu apoio à candidatura de Celina, após o senador Izalci Lucas (PL-DF) também anunciar interesse em disputar o governo do Distrito Federal.
Durante a entrevista, Celina retribuiu o gesto e afirmou que Michelle é uma amiga pessoal, ressaltando que a ex-primeira-dama enfrenta resistência de setores da direita desde que apoiou a campanha de Bolsonaro em 2024.
“Eu acho que o método para pedir o apoio da Michelle é errado. Quando você quer trazer alguém para perto, você conversa, você aproxima, você demonstra, e você não expõe nem tenta bater nas redes sociais. Isso foi o que começou a acontecer com ela, com Nikolas, e com todos os outros”, completou Celina.
Apesar das divergências, a governadora acredita que Flávio e Michelle encontrarão uma solução para a reconciliação. “Acho que o caminho, e eu tenho certeza que isso vai acontecer, é da conciliação. Até porque estamos no mesmo campo. Essas divergências, essas diferenças, as mulheres sempre que crescem demasiadamente, sem autorizações, a gente incomoda. Mas eu tenho certeza que a família Bolsonaro vai sentar, ter um momento de diálogo”, concluiu.
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