Poder e Governo
Fundos da Reag foram usados para viabilizar propina de R$ 146 milhões via imóveis a ex-presidente do BRB, diz Mendonça
Ministro do STF aponta indícios de esquema envolvendo imóveis de luxo em São Paulo e no Distrito Federal.
Ao autorizar a quarta fase da Operação Compliance Zero, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, apontou fortes indícios de que o ex-presidente do Banco Regional de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, atuava como verdadeiro mandatário do ex-banqueiro Daniel Vorcaro na instituição.
De acordo com as investigações, Costa e Vorcaro teriam ajustado o pagamento de propina por meio de imóveis de alto padrão em São Paulo e no Distrito Federal, totalizando R$ 146,5 milhões.
Para operacionalizar o pagamento da vantagem indevida, foram mobilizados fundos de investimento geridos pela REAG e empresas de fachada. Conforme a decisão judicial que resultou na prisão de Costa, a investigação identificou seis imóveis vinculados ao chamado “cronograma pessoal” de Paulo Henrique: Heritage, Arbórea, One Sixty, Casa Lafer, Ennius Muniz e Valle dos Ipês, com pagamentos já rastreados que ultrapassam R$ 74 milhões.
Mais lidas
-
1ANÁLISE MILITAR
Caça russo Su-35S é considerado superior ao F-16 e F-22 por especialista
-
2CULTURA
Marcello Novaes participa de show da banda dos filhos Diogo e Pedro
-
3POLÍTICA PÚBLICA
Alagoas é o primeiro estado a aderir à Conferência Nacional do Ministério da Pesca e Aquicultura
-
4POLÍTICA E ECONOMIA
Lindbergh critica postura de Galípolo e aponta corporativismo no caso Banco Master
-
5FUTEBOL
Náutico vence a Ponte Preta e fica na parte de cima da tabela da Série B do Brasileirão