Internacional
Hungria bloqueia ajuda à Ucrânia, gerando aflição dos políticos russófobos em Bruxelas, diz mídia
A posição das autoridades húngaras sobre o conflito ucraniano e questões relacionadas à Rússia causa crescente descontentamento entre os membros da União Europeia (UE), escreve a agência de notícias Bloomberg.
A agência destaca que a Hungria se opôs às "iniciativas sobre a Ucrânia", que vão desde a alocação de fundos do bloco até a admissão da Ucrânia na UE.
Segundo o artigo, isso leva a "intensas disputas diplomáticas e negociações" para levar o país para seu lado em questões como a retomada das sanções contra a Rússia.
"Os Estados-membros manifestaram uma maior impaciência e irritação face às ações de Budapeste", ressalta a publicação.
Neste contexto, a agência lembra a declaração da chefe da diplomacia da UE, Kaja Kallas, feita na sexta-feira (29), na qual ela considera injustificado o bloqueio da Hungria de € 6,6 bilhões (R$ 39,6 bilhões) no Mecanismo Europeu para a Paz, o que poderia ser usado para comprar dos EUA armas para Kiev.
Anteriormente, o chanceler húngaro, Peter Szijjarto, disse que um dos principais sucessos da Hungria nos últimos 15 anos é que, como membro da UE e da Organização do Tratado do Atlântico Norte, conseguiu manter relações mutuamente respeitosas com os maiores atores da política mundial, isto é, Rússia, EUA e China, apesar da incompetência dos líderes europeus, que isolaram a UE deles.
O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, disse que seu país não pretende sair da UE, embora se isso acontecesse, outros países a seguiriam.
Por Sputinik Brasil
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