Internacional
Após maior terremoto em 70 anos, atividade sísmica segue intensa em Kamchatka, na Rússia
Uma série de tremores secundários foi registrada neste domingo (17) na península russa de Kamchatka após um forte terremoto, informou o Ministério de Situações de Emergência da Rússia. No fim de julho, o maior abalo sísmico desde 1952 foi registrado na região e gerou alertas de tsunami em localidades como Japão, Havaí, Equador e até no México.
"Em 24 horas ocorreram 17 tremores secundários, com magnitude entre 3,7 e 5,2", diz o comunicado.
Na região, continuam em funcionamento pontos de alojamento temporário em pelo menos quatro cidades. Psicólogos do serviço de emergência também prestam apoio às vítimas.
"Permanece a probabilidade de uma erupção paroxística do vulcão Klyuchevskaya, com emissões de cinzas a uma altura de até 12 quilômetros", alertou o Ministério.
O órgão recomenda enfaticamente que turistas evitem visitar as áreas dos vulcões Avachinski e Klyuchevskaya. Atividade sísmica elevada também foi registrada nos vulcões Bezimyanny, Shiveluch, Karymski e Krasheninnikov.
Maior terremoto em mais de 70 anos
Em 30 de julho, Kamchatka registrou o terremoto mais forte desde 1952, com magnitude de 8,8. Desde então, cientistas registram diariamente tremores secundários, a maioria em áreas desabitadas.
A intensidade e força dos tremores vêm diminuindo gradualmente, destacam os sismólogos. No dia anterior, foram registrados 38 tremores secundários na península.
Por Sputinik Brasil
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