Internacional
Turista é preso por furtar pedras de Pompeia como souvenirs
Escocês foi denunciado por guia após colocar itens em mochila
Um turista escocês de 51 anos foi flagrado furtando pedras do Parque Arqueológico de Pompeia, no sul da Itália, para levá-las para casa como lembrança da viagem, informaram as autoridades locais nesta quinta-feira (14).
O homem, cuja identidade não foi revelada, foi visto pelo guia turístico colocando na mochila cinco pedras e um fragmento de tijolo da cidade, que foi soterrada por uma erupção do Vesúvio em 79 d.C.
O incidente ocorreu na noite da última quarta-feira (13) e o turista foi detido graças ao "excelente trabalho em equipe" entre o guia turístico, funcionários do parque e carabineiros da unidade permanente de escavações.
Segundo a reconstrução, o guia acompanhava alguns estrangeiros pela domus de Pompeia, quando notou o cidadão recolhendo pedaços de calçada de uma das ruas da cidade antiga. Ele pegou vários e colocou os "souvenirs" em sua mochila.
Na mesma hora, o líder do grupo visitante notificou a administração do parque arqueológico e a força de segurança na Piazza Esedra e descreveu a roupa que o escocês usava. Então, os agentes o encontram logo em seguida, do lado de fora das escavações, e o denunciaram por furto qualificado.
Os itens coletados foram recuperados e devolvidos. "Parabéns e agradecimentos ao atencioso guia turístico, aos nossos excelentes zeladores e equipe de segurança, e aos Carabinieri por este esforço colaborativo para proteger nosso patrimônio", celebrou o diretor do Parque Arqueológico de Pompeia, Gabriel Zuchtriegel.
Mais lidas
-
1TECNOLOGIA MILITAR
Revista americana destaca caças russos de 4ª geração com empuxo vetorado
-
2TECNOLOGIA
Avião russo 'Baikal' faz voo inaugural com motor e hélice produzidos no país
-
3VIDA SILVESTRE
Médico-veterinário registra nascimento e primeiros dias de filhotes de tucanuçu
-
4EQUILÍBRIO MILITAR
EUA manifestam preocupação com avanço da aviação embarcada chinesa
-
5ENERGIA NUCLEAR
Financiamento nuclear do BRICS liderado pelo Brasil pode reequilibrar acesso a tecnologias